Cerca de 200 reeducandos são transferidos de Maceió para o Presídio do Agreste em Girau do Ponciano
A transferência aconteceu na manhã desta quinta-feira (30) para o Presídio do Agreste
Cerca de 200 reeducandos foram transferidos do Complexo Penitenciário de Maceió para o Presídio do Agreste, em Girau do Ponciano, na manhã desta quinta-feira (30). O objetivo da transferência é evitar o crescimento das facções criminosas nos presídios. No último dia 16 de setembro reeducandos foram transferidos para o Presídio do Agreste.
Para a realização da transferência dos reeducandos, o sistema de Segurança Pública de Alagoas empregou um total de 50 agentes das polícias penais do Grupamento de Escolta Remoção e Intervenção Tática (Gerit), Chefia Especial de Gestão Penitenciária (CEGP) e Chefia Especial de Unidades Penitenciárias (CEUP), além de agentes das polícias Civil e Militar, com o apoio do Grupamento Aéreo da Secretaria de Segurança Pública (SSP).
Segundo o policial penal, Milton Pereira, a mudança de presídio tem a finalidade de coibir o trabalho das organizações criminosas que funcionam dentro das penitenciárias, principalmente com o uso de telefones celulares, e com a transferência dos educandos preservar vidas e garantir a segurança da população alagoana.
Últimas notícias
Carro colide com poste na Avenida Comendador Gustavo Paiva, em Jacarecica
Globo de Ouro 2026: tudo sobre a premiação que indicou "O Agente Secreto"
Suspeito de assalto é detido após ser flagrado portando arma de fogo na Cidade Universitária
PM flagra crimes de tráfico e cativeiro ilegal de aves silvestres
Homem é preso por agredir mulher e filho de 1 ano na Cidade Universitária
[Vídeo] João Gomes chora ao receber presentes das filhas de Kara Véia antes de show em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Cobranças abusivas de ambulantes em praias de AL geram denúncias e revolta da população
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
