Traumas e realizações marcam brincadeira de amigo secreto durante festas de final de ano
Uma toalha laranja recebida aos treze anos gerou um trauma que durou mais de 15 anos
Amigo secreto, ou amigo oculto, como muitos também chamam, é uma das tradicionais brincadeiras de final de ano. Todo mundo tem uma boa história para contar quando este é o assunto, e algumas delas são traumatizantes.
É o caso da arquiteta e urbanista Thamires Leonel, que este ano conseguiu romper um trauma que carregava desde os 13 anos por causa de uma confraternização de família em que foi "esquecida" durante a brincadeira.
Na época, ela tinha acabado de ser promovida ao amigo secreto dos adultos - antes ela participava apenas com os primos mais novinhos.
"Eu estava muito empolgada e me sentindo muito madura por poder participar com os adultos dessa tradição de Natal. Quando a brincadeira começou, eu fui ficando para trás e no final das contas, meu avô, que tinha tirado meu nome durante o sorteio, acabou esquecendo quem era o seu amigo secreto e comprou um presente genérico. Acabei ganhando uma toalha laranja", disse ela.
Uma das responsáveis por fazer com que o trauma de Thamires fosse rompido foi a colega Amanda Cristina, que também é arquiteta e urbanista. Considerada a "louca do amigo secreto", Amanda fez de tudo para convencer os colegas do departamento onde trabalham, a participarem da tradicional brincadeira de final de ano, mas ninguém se entusiasmou muito com a ideia.
"Eu sempre amei de amigo secreto, mesmo quando ganhei meia (risos). Sempre gostei da sensação que é juntar os amigos para compartilhar as experiências do ano. Quando eu cheguei com a ideia, das 13 pessoas do setor onde trabalho, todos disseram não, inclusive a Thamires, que era a mais do contra", disse ela.
Depois de muito atentar o juízo dos colegas, uma "luz no fim do túnel" surgiu para acariciar o coração de Amanda Cristina. Outro colega de trabalho, o também arquiteto Diogo Albuquerque, teve a ideia de inovar a brincadeira. Todos os colegas se juntaram e realizaram o sorteio de seus respectivos amigos secretos na porta do shopping. O grupo tinha apenas 20 minutos para circular pelos corredores do empreendimento e comprar o presente, o que gerou boas gargalhadas.
"Durante o sorteio, fiquei sem acreditar que eu tinha tirado a Thamires. Precisei olhar o papel umas três vezes. Quando tive certeza, me dei conta de que eu precisava quebrar esse trauma na vida dela e posso dizer que eu escolhi um presente perfeito. Como a Thamires é baixinha e marrenta, eu achei uma caneca do piu-piu bravo. Quando eu entreguei, tive a certeza de que ela havia amado, pois não parava de tirar fotos da caneca", disse ela, aos risos.
Para Thamires, nossa arquiteta traumatizada, a experiência foi super válida e ajudou a amenizar o "terror de fim de ano".
"Foi divertido ver a empolgação de todos e a dedicação de achar bons presentes em tão pouco tempo", finalizou ela.
A confraternização inusitada foi tão diferente que teve direito até a foto com o Papai Noel no meio do shopping. Se liga aí:

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