Programa Viver Melhor promove atividade lúdica de combate ao abuso sexual infantil em Arapriaca
Para a secretária Municipal de Desenvolvimento Social, a iniciativa é muito importante para ensinar às crianças sobre educação sexual
A cada ano, mais de 40 crianças e adolescentes são vítimas de abuso sexual em Arapiraca, segundo dados da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. Combater esse tipo de crime é uma necessidade e o Programa Viver Melhor tem estado presente nas comunidades assistidas.
Após o trabalho de escuta junto às crianças do bairro Mangabeiras, do Caborje e do Conjunto Frei Damião, a equipe do Programa Viver Melhor sentiu a necessidade de conversar, de forma lúdica, com o público sobre educação sexual, com o objetivo de reforçar o combate ao abuso sexual infantil.
Nesta quinta-feira (17), a equipe do projeto Correr para Contar, promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, esteve no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Eva Pessoa, onde fizeram a apresentação do Semáforo do Toque, mostrando às crianças quais as partes do corpo podem ser tocadas e quais não podem, reforçando que qualquer toque indesejado deve ser relatado aos pais imediatamente.
A coordenadora do programa, professora Valéria Peixoto, agradeceu aos profissionais que participaram da apresentação. “O processo de escuta das crianças é um dos principais norteadores do Programa Viver Melhor. A partir do que é relatado pelos pequenos, o município realiza a intervenção imediata. Parabéns aos psicólogos e assistentes sociais e voluntários que tem nos ajudado a fazer da vida dessas crianças melhor”, disse ela.
Para a secretária Municipal de Desenvolvimento Social, a iniciativa é muito importante para ensinar às crianças sobre educação sexual.
“A média de atendimentos a crianças vítimas de violência sexual é grande em todo o estado de Alagoas e a maioria delas não consegue entender o que há por trás do toque malicioso que, infelizmente. Trabalhos como os do projeto Correr par aContar ajudam bastante a fazer com que as crianças identifiquem quando estão sendo abusadas, e as incentivam a buscar ajuda com pessoas de confiança”, explicou a gestora.
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