Justiça condena a 11 anos homem que matou o próprio pai, queimou o corpo e o jogou em barragem de Mata Grande
O réu foi acusado de ter ocultado os restos mortais do pai sem que familiares pudessem velar o corpo
A Justiça condenou Felipe da Silva Batalha pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver a 11 anos e um mês de prisão em regime fechado. O réu é acusado de ter matado o próprio pai a pedradas e depois ter queimado o corpo e jogado os restos mortais em uma barragem do município de Mata Grande, no Sertão de Alagoas.
O júri popular começou na tarde de terça-feira (6) e a sentença só saiu nesta quarta-feira (7), com a condenação por ele ter assassinado o pai, o agricultor Cícero Vieira Batalha. O crime aconteceu em outubro de 2021 e o autor confessou ao delegado do caso, Rodrigo Cavalcanti, que matou o pai porque ele não quis adiantar parte da herança a que tinha direito.
Durante o júri, o juiz Thiago Augusto Lopes de Morais ouviu testemunhas e o Ministério Público apresentou denúncia ao réu.
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"O acusado se utilizou de fogo para ocultar os restos mortais [do pai], impossibilitando até mesmo que os familiares pudessem velar o corpo da vítima, concedendo-lhe um sepultamento digno", disse o juiz Thiago Morais, da Comarca de Mata Grande. Conforme a decisão do magistrado, o autor não poderá apelar em liberdade.
Prisão em fuga
Após o crime, Felipe Batalha tentou fugir, mas foi capturado enquanto fugia no município de Santa Brígida, no estado da Bahia, quando seguia de ônibus para São Paulo.
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