Idosa obtém 2ª via de certidão após 44 anos do casamento no Agreste
Com o documento em mãos, dona Nina procurou os serviços do Instituto de Identificação e garantiu a Carteira de Identidade Nacional (CIN)
A agricultora aposentada Nina Maria dos Santos, de 75 anos, atualizou a certidão de casamento durante a campanha Registre-se!, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A cerimônia que oficializou a união com o senhor João Batista dos Santos (já falecido) foi realizada em fevereiro de 1981. Divididos entre as responsabilidades domésticas e o trabalho na lavoura, o casal criou seis filhos, além de ver a família crescer com netos e bisnetos.
Depois de 44 anos, dona Nina resolveu tirar o antigo registro da gaveta para emitir um novo documento, reafirmando sua história e os vínculos familiares construídos ao longo de décadas de dedicação e trabalho no campo.
Depois de 44 anos, dona Nina resolveu tirar o antigo registro da gaveta para emitir um novo documento — um gesto simbólico de reconhecimento de uma vida inteira construída com trabalho e dedicação à família. Atualizar a certidão foi, para ela, uma forma de preservar a memória e garantir que a história do casal continue viva e documentada.
“Eu não tirei outra certidão de casamento porque eu não sabia que podia tirar, aí a moça me disse que podia fazer nessa campanha O atendimento foi bom e, de repente, eu já estava com o documento”, disse dona Nina.
Com a certidão de casamento em mãos, dona Nina procurou os serviços do Instituto de Identificação e garantiu a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN). O momento também foi especial para a família: seus netos Hérbere Vikle dos Santos Silva e Layla Eloá dos Santos Silva aproveitaram a oportunidade e conquistaram o primeiro documento de identidade.
Coleta das digitais da senhora Nina pelo Instituto de Identificação
Parcerias
No Agreste alagoano, a campanha Registre-se! contou com a parceria do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), da Prefeitura de Feira Grande, da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen/AL), do Instituto de Identificação, da Receita Federal, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).
Também participaram a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Alagoas, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS/AL) e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas.
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