Saúde

Jovem arapiraquense com câncer raro e agressivo precisa de ajuda para custear tratamento

Jéssica enfrenta dificuldades financeiras para viagens a Maceió e comprar medicamentos

Por Valeska Miranda* 09/09/2025 13h01 - Atualizado em 09/09/2025 14h02
Jovem arapiraquense com câncer raro e agressivo precisa de ajuda para custear tratamento
Jessica está realizando o tratamento na Santa Casa de Maceió e precisa de ajuda - Foto: Reprodução

A arapiraquense que mora no bairro Alto do Cruzeiro, Jéssica Maria Correia dos Prazeres da Costa, de 30 anos, continua enfrentando dificuldades financeiras para custear o tratamento contra o Sarcoma de Ewing, um tipo raro e agressivo de câncer o qual ela foi diagnosticada com um tumor em uma das pernas em outubro de 2024, por meio de exames específicos realizados na Santa Casa de Misericórdia de Maceió.

Em uma nova conversa com a redação do portal 7Segundos, Jéssica afirma que a doença evoluiu e agora ela luta contra um quadro de metástase na coluna e na perna direita. Diante disto, os médicos pretendem ampliar o tratamento.

No entanto, Jéssica está enfrentando dificuldades financeiras para custear os gastos com as medicações e idas a capital alagoana, que continua sendo realizado na Santa Casa, em Maceió. Por conta disto, ela também não tem conseguido comprar as medicações usadas para amenizar as dores e desconfortos causados pela doença. Onde ela tem feito uso de aproximadamente 500 unidades de morfina ao mês.

Embora ela já tenha dado entrada no benefício do INSS, Jéssica ainda não conseguiu contar com o dinheiro social do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) que solicitou há algum tempo, mas que ainda não foi aprovado devido a problemas no cadastro.

Quem quiser contribuir com qualquer valor para ajudá-la a continuar o tratamento pode enviar um Pix solidário para o CPF dela: 102.960.494-09, Jéssica Maria Correia dos Prazeres da Costa.

Desde que foi acometida por essa doença rara e agressiva, Jéssica tem enfrentado desafios que vão além das adversidades financeiras, como a deficiência na perna ocasionada pelo tumor, que a impede de continuar trabalhando como outrora fazia.

Entretanto, Jéssica relata que pretende continuar lutando por sua cura e deseja que a solidariedade das pessoas a ajude a prosseguir com o tratamento.

Estagiária sob a supervisão da redaçâo*