Acusado de matar Tyler Robinson confessa crime em mensagens com colega de quarto
Após o assassinato de Charlie Kirk, Tyler Robinson revela detalhes do crime e expressa preocupação com evidências em mensagens trocadas com seu colega de quarto
Tyler Robinson, acusado de matar o ativista Charlie Kirk, confessou o crime em mensagens trocadas com seu colega de quarto logo após o ocorrido. De acordo com as autoridades, ele teria pedido ao parceiro que procurasse um bilhete deixado sob um teclado, no qual estava escrito: "Tenho a oportunidade de eliminar Charlie Kirk e vou aproveitá-la".
Nas mensagens seguintes, Tyler afirma que pretendia "guardar esse segredo até morrer de velhice" e pede perdão por envolver o amigo na situação. Ele admite que vinha planejando o crime havia "um pouco mais de uma semana" e relata detalhes do que fez após atirar em Kirk.
Tyler teria abandonado a arma do crime embrulhada em uma toalha e pretendia recuperá-la para não deixar evidências. Ele demonstra preocupação com impressões digitais e com a reação do pai, caso "não leve o fuzil do avô de volta." Por fim, afirma que irá se entregar voluntariamente e pede que o colega apague as mensagens, não fale com a imprensa e procure um advogado, caso seja contatado pelas autoridades.
Os documentos foram divulgados pelas autoridades dos Estados Unidos.
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