JP Adestramento Canino adverte sobre negligência e manejo de pitbulls em Arapiraca
Entena a questão
Em vídeo que viralizou nas redes sociais, o adestrador destaca que a "humanização" e a falta de conhecimento genético são as principais causas de ataques recentes.
O cenário de ataques de cães da raça Pitbull no Brasil em 2025 e 26 tem gerado um debate intenso sobre segurança pública e bem-estar animal. O adestrador JP, da página JP Adestramento Canino, publicou um alerta rigoroso direcionado a tutores e entusiastas da raça em Arapiraca-AL.
Segundo o especialista, o problema não reside na "maldade" do animal, mas na combinação perigosa entre potência física, genética de caça e a negligência dos proprietários que reconhecem que têm problemas com seus cães, mas não buscam solucionar de forma efetiva, através de orientação profissional.
O Mito da "Criação com Amor"
Um dos pontos centrais da fala de JP é o combate à ideia de que apenas o afeto é suficiente para controlar um cão de alto drive. "Amor não educa, o que educa é disciplina e liderança", reforça o adestrador. Ele alerta que muitos tutores tratam o Pitbull como uma criança (humanização), ignorando que se trata de um animal com instintos de predação e força muscular superior.
Principais pontos do alerta:
* O Perigo da Humanização: Tratar cães de grande porte como bebês retira deles a hierarquia necessária. Sem um líder claro, o cão assume o papel de dominante, o que pode levar a ataques por possessividade ou reatividade.
* Genética não se apaga: JP enfatiza que o Pitbull foi selecionado historicamente para o combate e caça. Ignorar essa carga genética e não oferecer vazão adequada para essa energia (através de treinos de obediência e exercícios de impacto) é um erro fatal.
* Foco na Guia e Equipamentos: O adestrador faz um apelo para que o uso da guia e, se necessário, da focinheira em locais públicos não seja visto como "tortura", mas como um ato de responsabilidade civil.
Responsabilidade Civil e Criminal
O alerta do JP Adestramento Canino ressoa com as discussões jurídicas de 2026, onde tutores estão sendo responsabilizados de forma mais severa por incidentes. O especialista conclui que a raça não é para qualquer um: exige tempo, estudo e, acima de tudo, pulso firme para garantir que o cão seja um companheiro equilibrado e não uma ameaça à sociedade.
Como agir?
Para aqueles que possuem ou desejam ter um cão da raça, a recomendação profissional é clara:
1. Busque adestramento profissional desde os primeiros meses.
2. Nunca deixe o animal solto em áreas comuns sem supervisão absoluta.
3. Utilize equipamentos de contenção adequados, como os indicados pela Associação Brasileira de Adestradores.
Este texto resume a postura do especialista, que defende a raça, mas exige que os tutores assumam a responsabilidade de compreender a natureza do animal que têm em mãos. Nas redes sociais o especialista posta com frequência dicas de treino e manejo com cães de diferentes raças. @jp_adestramento_arapiraca no Instagram www.jpadestramentocanino.com.b...
Link do vídeo: https://www.instagram.com/reel...
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