Deputado faz avaliação sobre cenário social e econômico no último ano
"Educação, cultura, crescimento econômico e inclusão social devem andar juntos”, afirma Daniel Barbosa em novo artigo
Leia o texto na íntegra abaixo:
O ESTÍMULO DAS BOAS NOTÍCIAS
Os avanços econômicos e sociais e seus reflexos em Alagoas
Daniel Barbosa
Começou o ano legislativo de 2026, última etapa da legislatura iniciada em 2023. A abertura da sessão legislativa é tradicionalmente precedida por um rito de caráter cívico, herdado das cerimônias inaugurais da República. Trata-se de uma solenidade com forte carga simbólica, reafirmando a soberania popular, a harmonia entre os Poderes, a República e o Estado Democrático de Direito.
A Constituição Federal gravou no seu art. 1º que todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente nos termos da lei, ou seja, pelo plebiscito, pelo referendo e pela iniciativa popular. A essência da república é o povo e a ele devem ser direcionadas as atividades do Poder Público.
No contexto da representação popular, sobressai a Câmara dos Deputados que, além de promover o pluralismo de ideias, funciona como alicerce do fortalecimento das instituições brasileiras, exercendo papel essencial na construção de um país mais justo, participativo e soberano.
Reafirmo, sempre, o meu orgulho de representar os alagoanos na Casa do Povo, consciente das responsabilidades inerentes ao mandato que me foi outorgado em eleições livres. Tenho me esforçado diariamente para retribuir essa confiança.
O Parlamento tem compromissos inadiáveis com o Brasil. Num ambiente de diversidade de pensamento, às vezes hostil, venho atuando em prol da justiça social, da estabilidade democrática e do desenvolvimento econômico e sustentável do país e de Alagoas. Defendo as políticas públicas de inclusão social, porque sem elas não se pode falar em república e dignidade humana.
O Brasil entrou em 2026 celebrando avanços no campo econômico e social. Houve a criação de 1,27 milhão de postos de trabalho formais, especialmente no comércio e na indústria. A inflação fechou 2025 abaixo do teto da meta, em 4,26%. O PIB cresceu, com ajuda da agropecuária. O país saiu do mapa da fome: entre 2023 e 2025 mais de 23 milhões de pessoas deixaram a situação de insegurança alimentar severa.
A distribuição de alimentos atingiu quase dois milhões de cestas no período de 2023 a 2025, entregues à população mais vulnerável. O programa Luz para Todos beneficiou quatro milhões de domicílios. O novo Bolsa Família pagou mais de treze bilhões de reais aos mais carentes. E muitas outras conquistas significativas que não cabem no espaço de um breve artigo, mas refletem na vida das pessoas.
Tais realizações repercutem em Alagoas. O crescimento do emprego formal gera renda e incentiva o consumo, movimentando o comércio e os serviços. Também refletem positivamente na agropecuária e na indústria de base alimentar. Certo é que a força positiva dos indicadores econômicos e sociais é a expressão do trabalho em prol dos desfavorecidos.
Alagoas, que historicamente enfrentou elevados índices de insegurança alimentar, especialmente no interior, se beneficia do maior alcance dos programas de transferência de renda, da consolidação da agricultura familiar e da ampliação do acesso a alimentos, merenda escolar e redes de assistência. A redução das desigualdades eleva a confiança e a autoestima social, impulsionando a participação da sociedade.
A Câmara dos Deputados teve um papel estratégico e estruturante nessas bem-sucedidas ações em favor da comunidade. Desde cedo fiz minhas escolhas políticas, com foco principal na educação, no combate à miséria, na redução das desigualdades e na construção de sistemas de proteção social mais inclusivos e inovadores. Não mudo o rumo.
Foi com esse sentimento que apresentei e relatei projetos de lei importantes e votei em todo o tempo a favor de iniciativas que deram sustentabilidade às políticas sociais e econômicas. Ao longo do mandato direcionei minhas energias em defesa da boa educação, da agricultura familiar e da segurança alimentar, entre outros temas de interesse dos mais necessitados. A fome e as desigualdades sociais são problemas de todos nós e exigem ações concretas e urgentes.
A ignorância, o preconceito e a pobreza extrema são caras para a sociedade. Por isso mesmo, educação, cultura, crescimento econômico e inclusão social devem andar juntos. Vamos consolidar os avanços de 2025 e seguir adiante. Sob esse prisma, é indispensável garantir recursos aos programas essenciais, continuar investindo em infraestrutura rural, com assistência técnica e acesso a crédito. Sem esquecer da educação, que produz prosperidade, justiça social e instituições cada vez mais fortes.
Certamente é um bom presságio iniciar o ano aprovando a Medida Provisória que triplica o acesso ao gás de cozinha para famílias de baixa renda, em benefício de 50 milhões de pessoas, e a Medida Provisória que disponibiliza R$ 84 milhões para o combate de pragas e doenças em animais ou plantas, em proveito do produtor rural.
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