Politicando
‘Não serei representante de evangélico’, diz Pastor Wellington sobre vaga na Câmara de Maceió
O pastor do MST afirmou que o papel dos vereadores é debater questões municipais
O pré-candidato a vereador por Maceió, Pastor Wellington (PT), afirmou que não será representante dos evangélicos dentro da Casa de Mário Guimarães, caso seja eleito no pleito que se aproxima. A revelação foi feita durante entrevista ao Antena Manhã desta quarta-feira (10).
Na avaliação de Wellington, a Câmara Municipal de Maceió tem se preocupado em debater as crenças pessoais dos vereadores em vez de discutir a vida de todos os cidadãos.
“Não podemos ter uma Câmara que em vez de se preocupar com a vida de todos os cidadãos, fique se preocupando com a questão da sua fé particular”, disse. “Não pretendo ser representante de evangélico”, completou.
O petista defende seu posicionamento dizendo que está se propondo a ir para o parlamento municipal com o objetivo de discutir a cidade “diversa e plural”. “Se tiver uma pessoa que representa apenas um pensamento, esse cidadão maceioense precisa de proteção e de políticas públicas”, disse.
Vale ressaltar que Pastor Wellington recebeu o apoio do Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e será o representante do grupo na disputa proporcional. Sobre o aceno do MST, o pastor diz que teria vergonha de receber apoio do mercado e não de um movimento social.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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