Politicando
Cícero Almeida teve nome rejeitado pela cúpula do MDB; pré-candidatura a vereador segue de pé
O ex-prefeito de Maceió vinha sendo cotado como possível vice de Rafael Brito
O MDB não abre mão da composição com algum partido da Federação Brasil da Esperança - composta por PT, PV e PCdoB -, já descartando nomes que poderiam ajudar a alavancar a pré-candidatura de Rafael Brito. Cícero Almeida, ex-prefeito da capital alagoana, revelou ao Blog Politicando que não foi procurado e teve seu nome rejeitado pela cúpula Calheirista.
Após entrevista à Rede Antena 7, o vice-governador Ronaldo Lessa disse que iria levar a ideia de Cícero como vice de Rafael Brito para a direção estadual do MDB.
Nesta quinta-feira (18), Cícero Almeida confirmou que seu nome não foi bem aceito pela cúpula do MDB e pelo pré-candidato escolhido pelo grupo. O entendimento dos pedetistas agora é referendar a pré-candidatura do ex-prefeito de Maceió a vereador da capital.
Além de não ter sido procurado, Cícero diz que não dá para esperar as definições sobre o MDB e a Federação Brasil da Esperança para dar um rumo à sua candidatura.
Outro nome que também vinha sendo cotado para compor com Brito é a presidente licenciada do CREA, Rosa Tenório, que também informou que não foi procurada pelo MDB para discutir uma composição majoritária.
Em nota, o PSD de Rui Palmeira, disse que na próxima segunda-feira (22) o nome de Rosa Tenório será confirmado como pré-candidata a vereadora de Maceió.
A candidatura de Rafael Brito segue aguardando a Executiva Nacional do PT decidir sobre a composição nas eleições deste ano.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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