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Com poucos recursos do ‘fundão eleitoral’, Lenilda pede ajuda financeira para os eleitores

Partido da candidata vai receber pouco mais de R$3,4 milhões do Fundo Eleitoral

21/08/2024 16h04
Com poucos recursos do ‘fundão eleitoral’, Lenilda pede ajuda financeira para os eleitores

A candidata a prefeita de Maceió, Lenilda Luna (UP), começou uma campanha em suas redes sociais para obter financiamento coletivo e conseguir arcar com as despesas da corrida eleitoral. Com pouco dinheiro oriundo do fundão eleitoral, Lenilda vem pedindo ajuda financeira do eleitor.

“Quem sustenta nossa luta somos nós. Temos total independência das oligarquias dessa região e não queremos financiamento dos ricos e dos políticos tradicionais. Para nossas ideias chegarem ao máximo de pessoas precisamos da sua ajuda. Contribua com o nosso pix”, disse a candidata em uma publicação nas redes sociais.

De acordo com os dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Unidade Popular, partido de Lenilda, vai receber a cota mínima de R$3,4 milhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), mais conhecido como fundão eleitoral. O valor será dividido com candidatos de todo o país.

A título de comparação, o PL - partido com maior representação no Congresso Nacional - vai receber R$886 milhões; o MDB, que tem Rafael Brito como candidato a prefeito de Maceió, vai receber R$404 milhões; Já o PT, partido com a segunda maior representação em Brasília, receberá R$619 milhões.

Além de pouco dinheiro para gastar na campanha, Lenilda não terá espaço na propaganda eleitoral que será veiculada no Rádio e na TV.

Quem também terá R$3,4 milhões do fundão eleitoral para chamar de seu, são os partidos Agir e PCO, que têm Rony Camelinho e Nina Tenório como candidatos a prefeito de Maceió, respectivamente.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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