Politicando
Saiba quais deputados federais de AL assinaram o impeachment de Alexandre de Moraes
Nenhum senador da bancada alagoana definiu como vai tratar o tema
O pedido de impeachment apresentado pela bancada ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nessa segunda-feira (9) conta com a assinatura de parlamentares alagoanos. Dos nove representantes de Alagoas na Casa Baixa, apenas dois assinaram o documento que foi entregue ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD).
A bancada de deputados mais ligados ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se manifestou contrária ao pedido e não assinou o documento. Foi o caso dos deputados Paulão, Rafael Brito, Isnaldo Bulhões, Daniel Barbosa e Luciano Amaral.
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, não assinou o pedido. Da bancada de seu partido, o PP, apenas o Delegado Fábio Costa assinou. Marx Beltrão, que fez críticas ao STF em seu perfil no Instagram, não assinou o documento.
Outro parlamentar que assinou o pedido, fechando a curta lista de dois deputados federais alagoanos que assinaram o documento, foi Alfredo Gaspar, que rotineiramente tem feito críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal por meio de suas redes sociais.
Senado Federal
De acordo com um levantamento feito pelo portal Poder360, a bancada alagoana na Casa Alta está indefinida quanto ao pedido de impeachment apresentado pela bancada de oposição na Câmara Federal.
Os senadores Fernando Farias, Renan Calheiros e Rodrigo Cunha não se manifestaram contra ou a favor da movimentação de seus colegas da casa ao lado.
Ao receber o pedido, Pacheco disse que tomará uma decisão fundamentada em critérios técnicos e políticos. O senador afirmou ainda que enviará o pedido para Advocacia Geral do Senado para avaliar os “aspectos legais”
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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