Executivo do CSA prevê queda de valores no mercado do futebol após pandemia
Marcelo Barbarotti crê numa redução de gastos devido ao impacto financeiro causado pelo coronavírus
Em um momento em que a economia mundial sofre com uma crise, o futebol não escapa desta regra. Com a diminuição brusca de receitas, os clubes tem tentado se virar durante a paralisação das atividades. O executivo de futebol do CSA, Marcelo Barbarotti, tem uma opinião sobre como ficará o mercado da bola após a pandemia.
- É uma situação totalmente atípica. Conversando com presidentes de outros clubes, eu imagino que o mercado vai estar aquecido, mas, em termos de valores, vai baixar, sim. Eu diria que esses valores serão bem abaixo dos praticados antes da parada - afirmou.
Em entrevista ao Globoesporte.com, o executivo confirmou que poucos times têm se arriscado a contratar novos jogadores durante a paralisação forçada. Ele explica que as negociações são diferentes do modelo habitual.
- Tem poucos clubes no mercado que estão tendo a coragem de fechar negócio e, mesmo assim, fechando com pré-contrato, deixando acordado que o contrato só terá validade quando o futebol voltar. Quase ninguém está tendo coragem de fazer compromisso agora. A maioria dos clubes está pedindo redução salarial - disse.
No CSA, casos como o do atacante Alecsandro, que renovou com o clube sem receber salário até o retorno das atividades do futebol, e do volante Jean Cléber, que tenta renovar seu empréstimo junto ao clube, são os desafios que a direção enfrenta.
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