Ronaldinho Gaúcho corre risco de nova prisão em processo envolvendo a ex-noiva
Mulher alega falta de pagamento de pensão
Ronaldinho Gaúcho corre risco de nova prisão. Sim, e dessa vez no Brasil. O ex-camisa 10, que passa uma temporada de luxo em Dubai, pode ver seu período de ostentação chegar ao final logo que desembarcar em solo brasileiro. Tudo por conta de sua ex-noiva, Priscila Coelho.
A Justiça acatou pedido de execução e penhora de bens por falta de pagamento de pensão e, caso o "Bruxo" não respeite as decisões judiciais, esta situação pode evoluir para uma detenção. O valor foi definido ainda em novembro do ano passado e, desde então, nenhum repasse foi feito.
"Futuramente, caso esse comportamento persista, vamos ser mais incisivos, podendo requerer até mesmo a prisão civil por falta de pagamento de pensão", disse o advogado Alberto Medrado.
Priscila também falou sobre o assunto. "O que me deixa triste e perplexa é que essa pensão é pouco demais para tudo o que o Ronaldo tem e para o que gasta. Enquanto ele não cumpre o seu dever e faz a Justiça de tola, eu me viro sem saber quando vou receber o que já é meu determinado por lei", afirmou.
Ela ainda tenta provar sua união estável com Ronaldinho, por conta de um relacionamento que durou seis anos. Assim, requer a partilha de bens referentes a este período.
Veja também
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
