Bruninho é sincero sobre situação da Seleção de Vôlei nas Olimpíadas
Levantador também comentou como foi a preparação da equipe
Capitão da Seleção Masculina Brasileira de Vôlei, Bruninho deu suas primeiras palavras antes da grande estreia da equipe nas Olímpiadas. Filho de Bernardinho, o levantador analisou o favoritismo do Brasil na competição, a preparação dos atletas e como o está o ambiente do grupo.
Na preparação para sua quinta Olímpiada, Bruninho deu seu panorama sobre a competição e sobre o possível favoritismo do Brasil. Com uma campanha irregular na Liga das Nações e com um ciclo conturbado, o levantador foi sincero sobre as expectativas da Seleção.
- Eu acredito que, assim, com certeza das Olimpíadas que eu joguei essa o Brasil chega como menos favorito do que em outras edições. Faz parte, a gente tem que aceitar que talvez esse ciclo a gente não tenha sido constante como a gente foi nos outros ciclos. Apesar do bronze mundial, que foi um ótimo resultado, a gente teve momentos de não jogar um bom voleibol e a gente tem que entender isso, mas o importante é que agora a gente entre com um espírito correto, que é pronto para uma batalha, com sangue nos olhos, porque o Brasil na Olimpíada representa muito. Então é assim que a gente tem que entrar, com confiança, cabeça erguida e ir para dentro de todo mundo - desabafou Bruninho, que completou sobre a projeção da equipe nos Jogos.
- Cara, a gente sonha com a medalha, a gente sabe da dificuldade que é, do equilíbrio que existe hoje na Olimpíada no voleibol masculino, mas a gente confia muito no nosso processo, naquilo que a gente tem que fazer. A gente vai entrar, como eu disse antes, com espírito, mesmo que seja talvez de um underdog, como as pessoas não têm colocado a gente como favorito, mas com a camisa do Brasil, uma camisa pesada, a gente tem que entrar com sangue nos olhos desde o primeiro momento dessa partida de sábado.
Com seu pai, Bernardinho, de volta ao comando técnico, o capitão da Seleção Brasileira revelou como está sendo a preparação do time e comparou com outras edições das Olímpiadas.
- Eu acredito que, assim, tudo aquilo que a gente colocou nessa nossa preparação não mudou. É uma, digamos, uma dedicação intensa. Uma entrega de todo o grupo, de toda a Comissão Técnica, de jogadores que também não estão aqui, mas que fizeram parte de toda a preparação. Isso realmente não mudou e é algo que eu realmente fico orgulhoso daquilo que a Seleção é de legado que outras gerações deixaram pros novos - revelou.
O Brasil estreia nos Jogos Olímpicos contra a Itália, no sábado (27), às 8h (horário de Brasília), na Arena 1 Paris Sul.
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