Samsung suspende vendas do Note 7 e pede que usuários não usem aparelho
Medida foi tomada pela empresa após novos relatos de incêndios; "estamos comprometidos", diz nota
A Samsung confirmou na tarde desta segunda-feira (10) a suspensão imediata das vendas e das trocas do Galaxy Note 7 em todo o mundo após novos relatos de incêndios em alguns aparelhos distribuídos para substituir modelos que já tinham sofrido o mesmo problema.
"A empresa vai pedir a todos as operadoras e parceiras comerciais em todo o mundo para parar de vender e trocar os Galaxy Note7 enquanto a investigação estiver em andamento", informou a sul-coreana por meio de nota.
A Samsung também voltou a recomendar que os usuários que tenham um Galaxy Note7 --mesmo aqueles que já tenham sido substituídos-- o mantenham desligados e fora de uso. As agências de aviação --incluindo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil)-- mantêm os alertas em voos domésticos ou internacionais sobre a proibição do uso do smartphone dentro das aeronaves.
"Estamos comprometidos em trabalhar junto com as autoridades reguladoras para tomar todas as medidas necessárias para resolver a situação", disse a empresa.
Por sua assessoria de imprensa no Brasil, a Samsung complementou que está "ajustando temporariamente o cronograma de produção do Galaxy Note 7, a fim de tomar medidas adicionais para garantir as questões de qualidade e segurança".
A companhia destaca que o produto ainda não foi comercializado no Brasil. Ainda assim caso algum consumidor tenha adquirido o Galaxy Note 7 fabricado fora do país, ele pode entrar em contato com o atendimento ao consumidor pelo telefone: 4004-0000 (capitais) e 0800-124-421 (demais cidades).
Produção também paralisada
A produção do smartphone lançado no início de agosto também teria sido paralisada temporariamente. Segundo a agência de notícias sul-coreana "Yonhap", a decisão foi tomada em cooperação com órgãos reguladores de Coreia do Sul, Estados Unidos e China e afetaria a fábrica da Samsung no Vietnã que é responsável pelas remessas globais do Galaxy Note 7. A empresa não confirmou a informação.
A suspensão imediata das vendas e a suposta paralisação da produção foram tomadas depois de oito casos de incêndio em aparelhos que foram entregues a consumidores na Coreia do Sul, nos Estados Unidos e em Taiwan para substituir modelos já tinham apresentado o problema. Os substitutos faziam parte de um lote que incluiu 2,5 milhões de unidades, que ainda correm o risco de pegar fogo ao serem recarregados.
A Samsung começou a vender este smartphone em 19 de agosto, mas, após relatos de casos de incêndio em diversos países, decidiu suspender as vendas dos aparelhos, retomadas há 15 dias e, agora, suspensas pela segunda vez.
Na semana passada, duas das grandes operadoras de telefonia celular nos Estados Unidos, AT&T e T-Mobile US, deixaram de vender as novas unidades do Note 7 - teoricamente não afetadas pelo problema - por causa dos cinco novos casos de incêndio que foram registrados no país.
Várias estimativas de analistas calcularam o custo da retirada em massa do Galaxy Note 7 das lojas em torno de 1 trilhão de wons (US$ 898 milhões).
Últimas notícias
Francisco Sales critica projeto que reduz impostos beneficiando a Braskem e faz apelo para que senadores alagoanos votem contra
Renan Filho participa da Caravana Federativa em Maceió e reúne prefeitos para destravar investimentos federais em Alagoas
Educação de Jovens e Adultos da Prefeitura de Penedo cresce mais de 600% e gera impacto positivo na economia
Prefeita Tia Júlia realiza visita a Escolas Municipais para dar boas-vindas aos alunos na volta às aulas 2026
Corrida 8M Penedo confirma sucesso absoluto e esgota 100 vagas extras em apenas 5 minutos
Polícia Militar apreende objetos usados para desmatar propriedade rural em Colônia Leopoldina
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
Planalto confirma 13º infectado em comitiva com Bolsonaro
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
