Agentes de endemias reclamam que faltam EPIs para trabalhar e maceioense fica desassistido
Combate ao mosquito aedes aegypti é prejudicado pela estrutura precária oferecida pela prefeitura
Os agentes de endemias de Maceió não tem muito que comemorar neste início de ano. É que a categoria passa por um verdadeiro sufoco para conseguir trabalhar na cidade devido à falta de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).
Por causa da temperatura e o calor, a proliferação do mosquito aedes aegypti fica mais facilitada, principalmente em lugares mais abafados e quentes. O trabalho de prevenção e fiscalização, no entanto, fica prejudicado por conta da estrutura precária oferecida por parte da prefeitura. Dados da Secretaria de Saúde de Alagoas revelam que, apenas em 2016, o Estado contabilizou 8.126 casos de zika vírus, 18.132 de febre chikungunya e outros milhares de dengue.
Em 2017, a expectativa não é nada animadora e existe a possibilidade de ocorrer um surto que preocupa as autoridades de saúde. Segundo o presidente da associação de agentes de endemias de Maceió, Normande Monteiro, boa parte dos profissionais da capital está parada porque falta equipamento.
No ano passado, os trabalhadores entraram em greve. A paralisação durou cinco meses. Normande afirma que, de maneira geral, a população de Maceió está desassistida e que os agentes só atendem aqueles casos mais emergenciais. Em resposta à reportagem da TV Ponta Verde, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que o processo de aquisição dos equipamentos já foi finalizado e que só aguarda a entrega da encomenda por parte da empresa fornecedora.
Confira, abaixo, a reportagem completa!
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