Renan Calheiros sugere alternativas para que o país não "pague pelos pecados de seus dirigentes"
O senador e líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, usou suas redes sociais para fazer uma análise sobre o cenário político atual que o Brasil vem vivendo. Principalmente após a delação de um dos donos da JBS, que abalou o Planalto e o Congresso.
Renan Calheiros também se manifestou sobre a denúncia de que ele também teria recebido propina da JBS.
“A citação do meu nome pelo delator é fantasiosa. O fato dele ter ido a minha casa não significa ilegalidade. Se ele realmente tivesse ofertado propina para mim ou para os outros parlamentares presentes, eu teria mandado prendê-lo. Reafirmo que nunca tratei e nem presenciei qualquer conversa sobre distribuição de recursos ilícitos”.
Confira na íntegra:
O Brasil mantem solidez democrática e as instituições estão funcionando. As crises (a atual é política e muito grave) são pedagógicas. Elas forçam o engenho na busca de alternativas para que a Nação não purgue pelos pecados de seus dirigentes. Mas ela não pode -e não irá- comprometer os esforços para superar nossos problemas.
Ninguém está acima da lei e todos estão sujeitos a investigações. Mas, em tempos assinalados pela instabilidade e excessos, só encontraremos estabilidade se nos devotarmos à Constituição Federal em todos seus artigos.
Nos últimos tempos, em nome de interesses (muito confessos), usurparam-se competências do Congresso com anistias indefensáveis; afastaram-se integrantes do Parlamento com liminares; lavou-se dinheiro público roubado; prendeu-se para delatar; sugeriram-se advogados para conduzir narrativas inverossímeis; procederam-se coercitivas desnecessárias; generalizaram-se culpas e julgou-se sem crime.
O que a sociedade quer de todos nós é a construção de um novo consenso. Uma agenda alternativa mais ampla, que reverta as expectativas negativas tanto na economia quanto na política.
No presidencialismo, o chefe do Executivo precisa exercer esse protagonismo enquanto há tempo.
Não bastam cobranças. O silêncio complacente de vários atores da vida nacional ( instituições, trabalhadores, empresários, políticos, veículos de comunicação) não ajuda.
O erro dos governos recentes – e por isso se desgastaram rapidamente – foi não ter exercido protagonismo na solução de saídas para o grave impasse que imobiliza e ameaça o país há 3 anos. Precisamos superar essa crise rapidamente em nome da esperança e do futuro.
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