Uber diz que a prestação do serviço em Maceió está ameaçada
Após o envio do Projeto de Lei (PL) da Prefeitura de Maceió à Câmara de Vereadores solicitando a regularização do serviço de transporte Uber na capital, a empresa multinacional enviou aos clientes cadastrados, nesta sexta-feira (04), um comunicado alegando que a prestação do serviço na capital está ameaçada.
De acordo com a Uber, o Projeto pode restringir o direito de escolha sobre como se movimentar pela cidade. “O Projeto de Lei impõe restrições severas ao serviço de transporte individual privado de passageiros na cidade. Dentro desse contexto, é vital iniciar um debate sobre este PL, que vai tratar sobre como os maceioenses poderão utilizar estas tecnologias no futuro”, alegou a empresa.
Para a multinacional, não faz sentido tentar acomodar uma nova tecnologia em leis ultrapassadas e alguns pontos do Projeto de Lei podem tornar o sistema muito mais caro e ineficiente. “Uma taxa fixa mensal de R$ 120 que deverá ser paga mensalmente, por cada veículo credenciado. Essa taxa não seria proporcional às horas em que os parceiros passam logados na plataforma e gera uma injustiça por ser oneroso demais para parceiros que, devido à flexibilidade, muitas vezes escolhem dirigir poucas horas por mês, apenas para complementar a renda familiar ou sustentar os estudos”, trouxe o comunicado, acrescentando que taxa fixa por carro cadastrado também deve acarretar no aumento do preço final da viagem para a população.
O PL também deve proibir que carros com placas de fora de Maceió sejam cadastrados para prestar serviços na cidade. “Essa restrição é inconstitucional, pois viola a livre iniciativa econômica e liberdade de trabalho. Além disso, não faz sentido essa restrição em Maceió, que tem uma região metropolitana significativa, que engloba os municípios de Rio Largo, Marechal Deodoro e Atalaia, entre muitos outros”, rebateu a Uber.
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