Após ter a filha chamada de "macaca" por socialite, o ator Bruno Gagliasso registra queixa
Titi foi chama de "macaca horrível" em um vídeo no último domingo (26)
Após a filha ser alvo de racismo, o ator Bruno Gagliasso esteve na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro para prestar queixa por ofensas racista contra a sua filha Titi, de apenas 4 anos, nesta segunda-feira (27). O ator é casado com a atriz Giovanna Ewbank e ambos adotaram a garota, que é natural da África.
No último domingo (26), a socialite Day McCarthy fez um vídeo em que chamava a criança de "Macaca horrível”, além de dizer que seu cabelo era "De pico de palha".
Após o vídeo repercutir nas redes sociais, Giovanna se pronunciou sobre os comentários racistas que a filha recebeu na web da seguinte forma: "Bom domingo com AMOR e a pureza de uma criança à todos que tem nos mandado mensagens sobre o acontecido, racismo é crime, e já estamos tomando as devidas providências perante a lei. Obrigada".
Gagliasso também postou uma foto com a seguinte frase da filósofa e ativista americana Angela Davis: "Numa sociedade racista, não basta não ser racista, é necessário ser antirracista".
Na delegacia, o ator ainda conversou com Luana Génot, criadora e diretora executiva do Instituto Identidades do Brasil - ID_BR, que luta pela igualdade racial.
Últimas notícias
Vítima constante de agressões dentro de casa, mulher aciona polícia contra o companheiro
Homem é alvo de atentado a tiros em Maceió e sobrevive após ser socorrido
Polícia Militar é acionada para falsa ocorrência de sequestro em hospital de Arapiraca
Homem é atingido no queixo por pedrada durante agressão sem motivação aparente em Arapiraca
Sob liderança de Arthur Lira, reforma tributária entra em fase de testes
Jovem de 20 anos é assassinado a tiros na zona rural de São Sebastião
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
