Imigrante é detido ao fazer entrega de pizza em base militar dos EUA
Equatoriano Pablo Villavicencio é pai de duas meninas nascidas nos EUA, mas vive ilegalmente no país desde 2010.
gentes da imigração dos Estados Unidos prenderam o entregador de pizza equatoriano Pablo Villavicencio, 35 anos, na base militar de Fort Hamilton, no Brooklyn, onde ele tinha ido fazer uma entrega.
Ele tinha estado na base várias vezes antes, apresentando sua carteira de identidade da cidade de Nova York, que não menciona seu status de imigração.
Mas em 1º de junho um policial militar solicitou que ele provasse que era um residente legal dos Estados Unidos.
Quando ele não conseguiu apresentar os documentos solicitados, o soldado o deteve e chamou a Imigração e Fiscalização Aduaneira (ICE), que afirmou que o homem, pai de duas meninas de 2 e 3 anos, vivia ilegalmente no país desde 2010.
Villavicencio deveria ter deixado os Estados Unidos, mas ficou lá para trabalhar, o que o tornaria elegível para ser deportado.
No sábado, o juiz Alison Nathan suspendeu sua ordem de deportação até outra audiência marcada para 20 de julho, e ele permanece sob custódia.
A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, adotou uma postura particularmente dura contra os migrantes irregulares, incluindo aqueles sem antecedentes criminais e com laços familiares profundos com o país.
Agentes de imigração começaram a fazer prisões até em tribunais, que anteriormente tinham status de "santuário".
O governador de Nova York, Andrew Cuomo, disse na sexta-feira que parecia que o entregador tinha sido vítima de discriminação étnica.
A mídia americana relatou que sua esposa é cidadã dos EUA e as duas filhas nasceram nos EUA. Villavicencio teria entrado com um pedido de residência agora.
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