No ar em 'Belíssima', Paolla Oliveira fala da personagem na série 'Assédio'
Papel de atriz teve grande repercussão.

Treze anos depois de estrear na Globo, Paolla Oliveira revê suas primeiras cenas em "Belíssima". Desde a semana passada, a atriz acompanha a reprise da novela no Vale a Pena Ver de Novo.
- Eu não costumo assistir às produções de que participo, ainda mais quando estou no ar. Gosto mesmo é de fazer. Mas tenho curtido ver 'Belíssima', observar as mudanças e relembrar os amigos - afirma ela, que se diz exigente em relação às suas atuações. - Quando é um trabalho antigo, a gente desapega e não pensa mais no que poderia fazer em cena. Mas, quando assisto a algo recente, sou bem crítica. E ficar só criticando não vale. Então, prefiro nem ver.
Paolla, que viveu a modelo Giovana na trama de Silvio de Abreu, lembra que aquele período foi marcado por grandes transformações em sua vida:
- Eu mudei de cidade (ela é de São Paulo) e passei a morar fora pela primeira vez. Já tinha feito trabalhos publicitários e uma novela ('Metamorphoses', na Record), mas nada que se comparasse àquela estrutura, e ainda estando ao lado de pessoas que eu admirava. Os amigos que encontrei nas gravações foram Claudia Raia, Irene Ravache e Lima Duarte. Eu sempre tive meu pezinho no chão e fui aproveitando um pouco de cada vez, ouvindo essa galera maravilhosa.
Com 14 anos de carreira como atriz, ela afirma que sua dedicação à profissão não mudou:
- Sou diferente hoje, mas continuo com o mesmo empenho. Com o tempo, a pessoa pode acabar se acostumando, mas não é o meu caso. Eu ainda sinto aquele frio na barriga e fico inquieta quando tenho uma personagem nova. É um trabalho difícil, que exige muito. Mas aprendi a lidar melhor com tudo o que vem a reboque da profissão, como a relação com a imprensa, por exemplo.
De férias depois de passar o mês de maio divulgando o filme "Alguém como eu", Paolla aguarda a estreia da série "Assédio", produzida para o streaming do Grupo Globo (OTT). Na trama de Maria Camargo, ela vive Carolina, a segunda mulher de Roger (Antonio Calloni). A história é baseada no caso do ex-médico Roger Abdelmassih, condenado por estuprar suas pacientes:
- A série vai ser uma grande surpresa. Quando há um fato real por trás, a trama cresce. Fiquei feliz de estar nessa produção não só pela história em si, mas pelo fato de ela estar sendo feita para uma plataforma nova, com um outro olhar. E também por trabalhar com pessoas que eu não encontrava há muito tempo, como a Amora (Mautner, diretora). Minha participação é comedida. Carolina é o apoio do Roger. Ela fecha os olhos para tudo o que ele faz.
Durante as gravações da série, imagens de Paolla nua em cena vazaram. Um operador de câmera confessou à polícia que fotografou a atriz e está sendo processado por ela.
- Estou tranquila. Aconteceu, foi sabido e o processo segue na Justiça. Não existe ansiedade. Existe apenas uma espera - resume.
Paolla, que tem 12 milhões de seguidores no Instagram, conta que se preocupa em não expor demasiadamente sua intimidade:
- As redes sociais, se usadas de uma maneira legal, viram um espaço onde você pode ter voz. Aquilo é o mais próximo de mim. Mas não gosto dos discursos de ódio. Todo mundo ama e odeia com muita tranquilidade. Isso me angustia um pouco. Uso as redes para mostrar um pouco para quem está querendo me conhecer. Divido momentos da minha vida sem expor o que eu não gostaria que fosse visto. Senão, seria contraditório, pois sempre falo muito sobre individualidade.
Em seu perfil no Instagram, ela costuma compartilhar fotos que evidenciam sua boa forma e recebe elogios do público. A atriz, que transformou o corpo para viver a policial e lutadora de MMA Jeiza em "A força do querer", diz que não descuidou do físico depois da novela.
- Não dá para relaxar com a imagem. Eu só diminuí os treinos de jiu-jítsu. Agora, faço de vez em quando, e sem aquela necessidade de lutar e ser tão eficiente quanto a Jeiza - explica ela, que sente uma cobrança em relação ao corpo. - A expectativa dos outros pode tirar alguém do eixo. Então, tento não ficar presa a isso. Penso não só no trabalho, mas em ficar bem para a vida.
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