Corpo do italiano Carlo Cicchelli será cremado no Brasil antes de seguir para a Itália
Clea Fernanda Máximo da Silva, com quem Cicchelli tinha um relacionamento desde 2014, confessou o crime
O consulado da Itália informou que o corpo do advogado italiano Carlo Cicchelli, de 48 anos, encontrado morto nessa segunda-feira (5), dentro de uma residência no bairro de Ponta Grossa, em Maceió, deve ser cremado no Brasil para depois seguir à Itália.
De acordo com as informações repassadas, todos os trâmites serão feitos pelo irmão, Antonio Cicchelli, e por um cunhado da vítima que devem está chegando ao Estado. O Instituto Médico Legal (IML) informou que não tinha previsão para liberação do corpo, e que esperava algum parente ou representante do consulado italiano no Brasil para os devidos procedimentos.
Clea Fernanda Máximo da Silva, com quem Cicchelli tinha um relacionamento desde 2014, estava desaparecida e foi encontrada. Em depoimento, ela confessou o crime e disse que matou o namorado com diversos golpes de arma branca. Ela relatou que tinha uma relação "conturbada" e que era agredida pelo italiano.
O crime ocorreu no quarto do casal, e Clea arrastou o corpo para o sala, isso ocorreu há 40 dias. Enquanto isso ela convivia com os vizinhos, e informava que o italiano estava em São Paulo a trabalho.
Carlo é de Turim e quando residia ainda na Itália deu início a um relacionamento com uma brasileira, a alagoana Clea Fernanda Máximo da Silva. O romance teve início no ano de 2014 e os dois se mudaram para o Brasil em junho de 2018.
A família de Carlo começou a desconfiar de seu desaparecimento depois de receber mensagens em italiano com erros gramaticais, enviadas pelo aplicativo Whatsaap, no mês de outubro. Uma irmã de Carlo – que terá a identidade preservada – relata ao consulado italiano que somente ao questionar quem estava falando com ela pelo aplicativo conseguiu confirmar que a autora das mensagens era Clea.
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