Arsal enfatiza medidas para evitar surgimento de manchas no Rio São Francisco
A ação pretende evitar perdas para milhares de usuários da Casal
O Agência Reguladora de Serviços Públicos de Alagoas (Arsal) reforçou nesta quarta-feira (7) que tomará medidas para evitar o aparecimento de novas manchas escuras no Rio São Francisco. O MPF/AL (Ministério Público Federal em Alagoas) divulgou uma ação pública contra a Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco) para resolver o caso.
Antônio de Pádua, gerente de Saneamento da Arsal explicou que a requisição é uma medida para que a Chesf não execute deplecionamento nos reservatórios que causam desequilíbrio ambiental.
“A Arsal corrobora com a requisição do MPF para que a Chesf não realize novo deplecionamento, que é a redução no nível de água, nos reservatórios do Complexo Hidrelétrico de Paulo Afonso e Xingó, já que isso causou desequilíbrio ambiental e, consequentemente, o surgimento da mancha em grande extensão do Rio São Francisco”.
Segundo o gerente a mancha apareceu em fevereiro de 2015 após fiscalização realizada no local. A Arsal considerou que a Companhia de Abastecimento (Casal) adotou o procedimento correto ao suspender o abastecimento de água na região. Mais de 100 mil moradores foram atingidos pela suspensão que alcançou sete municípios sertanejos atendidos pelo Sistema Coletivo da Adutora do Sertão.
“A ação do MPF, também busca impedir que a Chesf realize novas operações semelhantes no reservatório de Delmiro Gouveia, deve evitar novos prejuízos para milhares de usuários do sistema de Saneamento Básico na região”, concluiu Pádua.
No entanto mais de 30 municipios do estado possui Contrato de Programa e Convenio de Cooperação Tecnica regularizados com a Casal e a Arsal.
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