Pinheiro: Braskem alega inexistência de laudo que responsabilize a empresa
Mineradora emitiu nota após MPE e Defensoria Pública solicitarem bloqueio de R$ 6,7 bi
A Braskem S/A se pronunciou, no final da manhã desta terça-feira (2), sobre o pedido do Ministério Público de Alagoas (MP/AL) e da Defensoria Pública do Estado que pede o bloqueio de R$ 6,7 bilhões das contas da mineradora para eventuais idenizações a moradores dos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro, em Maceió.
Por meio de nota, a empresa afirma que tomou conhecimento do pedido feito à Justiça por meio da imprensa, e reitera que até o momento não há laudo conclusivo responsabilizando a empresa pelos eventos observados no bairro.
Confira a nota na íntegra:
A Braskem tomou conhecimento pela imprensa da ação judicial proposta contra ela pelo Ministério Público do Estado de Alagoas e Defensoria Pública, cujo pedido seria de bloqueio de bens para garantir eventuais indenizações à população afetada. A Braskem reitera que vem, desde o início dos eventos no bairro do Pinheiro, colaborando junto às autoridades competentes na identificação das causas e que não há, até o momento, laudo conclusivo que demonstre a relação entre as atividades da Braskem e os eventos observados no bairro. A Braskem reafirma seu compromisso com a sociedade alagoana e com a atuação empresarial responsável, e de seguir contribuindo na identificação e implementação das soluções.
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