Corpos de vítimas de naufrágio são liberados do IML; velório será hoje
Naturais do Ceará, vítimas tinham 65 e 69 anos
Os corpos das turistas cearenses Maria de Fátima Façanha da Silva, de 65 anos, e Lucimar Gomes da Silva, de 69, foram liberados do Instituto Médico Legal (IML), na tarde de domingo (28), após necropsia e seguem para sepultamento em Fortaleza. Elas foram vítimas de um naufrágio de catamarã, no município de Maragogi, no litoral norte de Alagoas, no dia 27.
O acidente ocorreu com ocupantes da embarcação Tô a Tôa e poderia ser muito pior, visto que nenhum dos ocupantes usava colete salva-vidas. O filho de uma das vítimas, Tarcísio Gomes da Silva, afirmou que não foi disponibilizado o equipamento de segurança para nenhum integrante pela Maragales, empresa que responde pelo catamarã.
"Poderia ter sido muito pior, uma tragédia maior. Tinham seis crianças, quatro pessoas que não sabiam nadar. Foi Deus", disse, emocionado. "A gente tentou salvar as crianças e as quatro pessoas que não sabiam nadar. Quando o socorro chegou, colocamos os coletes. Quando contamos as pessoas, vimos que minha mãe e dona Fátima não estavam. Elas morreram afogadas", contou Tarcísio, filho de Lucimar, 69 anos, morta no acidente.
O velório e enterro das idosas acontecem na tarde de hoje.
Veja também
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro diz que Zema seria “um grande vice” e afaga Tarcísio
Operação Retomada prende quatro suspeitos e apreende armas em Matriz de Camaragibe
Presidente Chico Filho determina recadastro geral de servidores efetivos e comissionados na Câmara Municipal
Lula visitará Recife, Salvador e Rio de Janeiro no Carnaval
Furto volta a afetar abastecimento de água em Riacho Doce, em Maceió
Caminhão que transportava combustível tomba na AL-220, em Jaramataia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
