Famílias aguardam liberação dos corpos de vítimas de naufrágio em Maragogi
Naturais do Ceará, vítimas tinham 65 e 69 anos
Os corpos das turistas Maria de Fátima Façanha da Silva, de 65 anos, e Lucimar Gomes da Silva, de 69, ainda aguardam liberação do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió. As idosas foram vítimas de um naufrágio de catamarã, no município de Maragogi, no litoral norte de Alagoas, no início da tarde de sábado (27).
O acidente ocorreu com ocupantes da embarcação Tô a Tôa e poderia ser muito pior, visto que nenhum dos ocupantes usava colete salva-vidas. O filho de uma das vítimas, Tarcísio Gomes da Silva, conta que não foi disponibilizado o equipamento de segurança para nenhum integrante pela Maragales, empresa que responde pelo catamarã.
"Poderia ter sido muito pior, uma tragédia maior. Tinham seis crianças, quatro pessoas que não sabiam nadar. Foi Deus", disse, emocionado. "A gente tentou salvar as crianças e as quatro pessoas que não sabiam nadar. Quando o socorro chegou, colocamos os coletes. Quando contamos as pessoas, vimos que minha mãe e dona Fátima não estavam. Elas morreram afogadas", contou Tarcísio, filho de Lucimar, 69 anos, morta no acidente.
Após o acidente, o grupo de cerca de 50 cearenses que participava da viagem se dividiu. Os familiares das vítimas seguiram para Maceió, porém a maior parte já está retornando para Fortaleza.
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