Tradicional posto de combustível fecha as portas
Local é referência até para as linhas de ônibus
Quem nunca tomou como referência no bairro do Tabuleiro dos Martins, a “Bomba do Gonzaga”? O tradicional posto de combustível da parte alta da capital fechou suas portas nesta semana.
Em 1941, durante a segunda guerra mundial, a empresa aérea Panair do Brasil decidiu construir um novo aeroporto na parte alta de Maceió. Já existia um da Air France instalado onde hoje é o DER, na descida para Satuba. A Panair, então, resolveu utilizar um terreno na cercania de Rio Largo.
Este aeroporto foi inaugurado no ano de 1943 e imediatamente ocupado por tropas americanas que instalaram no local uma base de balões dirigíveis para patrulhar a costa alagoana. Vários galpões foram erguidos no local para acomodar os soldados e as oficinas.
A região passou a ganhar importância militar surgindo mais um grande investimento: a pavimentação asfáltica da ‘Estrada do Jacutinga’, que passou a se chamar ‘Estrada Fernandes Lima’. Junto ao pavimento veio o comércio, e um dos primeiros negócios foi a venda de combustíveis para automóveis, nascendo então a Bomba do Gonzaga.
O proprietário fundador foi José Gonzaga de Almeida, natural de Coqueiro Seco, que desde jovem trabalhava como balconista em Fernão Velho. Estabeleceu-se como comerciante no Tabuleiro do Martins para vender querosene. Nos anos 40 conseguiu a representação dos combustíveis da Shell e consolidou seu empreendimento.
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