Entidades de meio ambiente discutem aparecimento de manchas de óleo nas praias
Problema começou no início de setembro, no Rio Grande do Norte
Os técnicos do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) se juntam aos representantes de órgãos ambientais do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Sergipe, na tarde dessa terça-feira (01), para uma reunião sobre o aparecimento de manchas de óleo em diversas praias nordestinas.
A discussão faz parte da pauta de reunião convocada pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), em Recife (PE), com as entidades de todo o Nordeste. Representando o IMA/AL, participam técnicos do Gerenciamento Costeiro e da Assessoria Executiva de Gestão Interna.
O problema começou no início de setembro, no Rio Grande do Norte, e rapidamente atingiu praias alagoanas, nos litorais norte e sul, além da capital, Maceió. Os locais que registraram, mais recentemente, diversas manchas de óleo, causando transtornos à população, foram praias de Marechal Deodoro e Barra de São Miguel.
Segundo o coordenador de Gerenciamento Costeiro do IMA/AL, Ricardo César, parte do material coletado nos Estados foi encaminhada à Marinha do Brasil. As análises passaram a ser feitas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH) e Polícia Federal.
Além desses, também participam das averiguações, para identificação da origem do material, outras universidades e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
“Por enquanto é o que podemos chamar de uma mancha órfão. Está se buscando através do DNA do óleo a possível origem, porque cada óleo apresenta características próprias. Possivelmente a causa pode ter sido derramamento de navio, após lavagem de porão e descarte de restos, mas isso só pode ser afirmado com as investigações”, comentou o coordenador.
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