Rodrigo Cunha: "Quero diminuir a burocracia para micro e pequenas empresas terem acesso ao crédito"
Segundo o Senador, de 100 empresas que buscaram ajuda, 84 não conseguiram
O Senador Rodrigo Cunha, em entrevista ao Programa Na Mira da Notícia, da 96 Fm, afirmou que quer diminuir a burocracia para micro e pequenas empresas terem acesso ao crédito. Segundo o Senador, de 100 empresas que buscaram ajuda, 84 não conseguiram, pois são feitas diversas exigências.
"O Governo Federal liberou 20 bilhões de reais para ajudar as micro e pequenas empresas. A expectativa é uma, mas a realidade é outra. 40% das pequenas empresas solicitaram, mas apenas 15% delas conseguiram. Minha função é descobrir o entrave e resolver, nem que seja tendo reuniões on-line. A burocracia para o empresário receber esse dinheiro é muito alta", citou o Senador.
Rodrigo Cunha também lançou o “Emprestômetro”, ação para monitorar e destravar acesso de empresas a crédito, especialmente para ajudar as micro e pequenas empresas. "Foi uma Força Tarefa. Busquei ajuda do Banco Central, Banco do Brasil, Caixa Econômica, o Sebrae Nacional e o Ministério da Economia, para que se crie um monitoramento de auxiliar e dar uma resposta ao empreendedor, se ele tem direito ou não a essa ajuda. Se a resposta for não, explicar o que aconteceu para ter essa negativa. As garantias que estão pedindo estavam impossiveis, especialmente nesse momento de crise. Estou aqui para trabalhar, receber a demanda e tentar resolver", citou.
Sobre o clima político tenso em Brasília, o Senador comentou que apesar das falas do Presidente Jair Bolsonaro, não vê uma ameaça à Democracia e nem vê os poderes tentando passar um por cima do outro. "Não é hora para entrarmos em uma crise política. No Congresso não se pode pensar em outro assunto, além de coronavírus e economia. Tem gente que está politizando um remédio (cloraquina), dizendo que a direita toma e a esquerda não. Os Políticos deveriam estar focados agora em como ajudar na pandemia, e não entrar em crises ideológicas. Apesar disso, esse governo e a maioria das pessoas que o elegeu defendia um estado mínimo. Mas nunca se precisou tanto da ajuda estatatal como nesse momento, seja com os auxílios emergenciais, seja com os Hospitais.", comentou.
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