Pelo segundo mês seguido, postos formais de trabalho crescem em AL
A capital fechou o quinto mês consecutivo com números negativos
Depois de dois meses amargando saldos negativos nos postos de trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus, Alagoas voltou a criar empregos formais em julho. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 1.571 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.
Essa foi a segunda vez desde fevereiro em que o emprego formal cresceu. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a julho, foram fechadas 29.892 vagas.
A capital fechou o quinto mês consecutivo com números negativos. Em Julho, 652 pessoas foram demitidas em Maceió. Foram 2.289 admissões para 3.641 desligamentos.
Entre os Estados, 24 criaram e três extinguiram empregos com carteira assinada. As maiores variações positivas ocorreram em São Paulo, com a abertura de 22.967 postos; Minas Gerais, 15.843 postos, e Santa Catarina, 10.044 postos. Os três estados que fecharam postos de trabalho foram Rio de Janeiro, -6.658 postos; Sergipe, -808 postos, e Amapá, -142 postos.
Veja também
Últimas notícias
Justiça de Alagoas condena Nike a indenizar consumidora por produto defeituoso
Em Tapera, parceria garante 50% de desconto para servidores e dependentes em faculdade no Sertão de Alagoas
Cadeirante que viralizou após reportagem morre ao ser arremessado de prédio em Recife
Homem é preso acusado de agredir companheira e desacatar agentes do Ronda no Bairro em Maceió
Condenada por golpes contra idosos e lavagem de dinheiro é presa em Igaci
Corpo de Bombeiros adquire 12 câmeras termográficas para o combate a incêndios em Alagoas
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
Planalto confirma 13º infectado em comitiva com Bolsonaro
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
