Josan Leite se coloca como o candidato da indignação em sabatina no ‘Na Mira da Notícia’
Ele foi o quinto entrevistado na série promovida com o Portal 7Segundos
O candidato à prefeitura de Maceió, Josan Leite (Patriotas), foi o sabatinado na noite desta quinta-feira (05) no Programa Na Mira da Notícia, na 96FM, em parceria com o Portal 7Segundos.
Josan disse que Maceió precisa ser olhada em diversos aspectos. “Dentro dos nossos projetos temos o Turismo, como mola mestra e o projeto de um hotel escola; incentivo a pesca, e um polo tecnológico que precisa ser implantando no bairro do Jaraguá. Também temos a construção de um novo centro comercial e industrial no bairro do Benedito Bentes; atraindo melhores empregos e oportunidades para o povo”, falou quando questionado de como irá retornar a Economia no pós-pandemia da cidade, caso seja eleito.
“Esquecemos o setor pesqueiro. Uma orla que já é turística, mas precisa ser mais utilizada. O pescador é deixado na miséria, dependendo de Governo. Eles precisam ter uma visão empreendedora e o Estado ser mentor para essas pessoas”.
O candidato falou do Centro da capital explicando projetos como a cobertura das ruas e a construção de banheiros.
“Precisamos de um prefeito que anda de bicicleta. Eu ando, e sei os problemas, como a falta de ciclovias. Também como a falta de outras vias para os carros”, iniciou sua fala sobre mobilidade urbana.
“Passei uma hora e meia esperando um ônibus do Centro para a Jatiúca. Sabe como me desloquei? Com lotação. Então se o Governo não dá transporte público, a população procura alternativas. A licitação precisa ser revista. Nós vamos fazer estudos para o metrô porque o solo da parte alta da cidade é propício para isso. Não venham me dizer que não pode. Cadê o dizendo que não pode?”, completou.
Na Educação, Josan falou sobre as creches na capital. “Precisamos ter um aumento dessas unidades já que temos uma classe trabalhadora que não tem onde deixar suas crianças. As escolas precisam ser perto do trabalho dos pais”.
“Não faltam recursos, faltam projetos. Tem 30 milhões de reais no BNDS no Cidades Inteligentes para Maceió, mas não tem um projeto” destacou sobre arrecadação.
No meio ambiente destacou as “línguas sujas” na orla da cidade. “O que acontece são as ligações clandestinas na rede de drenagem e um mal direcionamento. Tem esgoto jorrando na Avenida Amélia Rosa, que precisa ser investigado. Pegamos essa água suja, levamos para uma estação de tratamento, e depois jogar no mar, com 90% de pureza. A solução definitiva é o saneamento básico”.

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