MP diz que população está sendo incitada a questionar resultado em Marechal
Prefeito Cacau (MDB) foi reeleito com 21 votos a mais que outro candidato
Após manifestações de populares e políticos, o Ministério Público Eleitoral (MPE) resolveu se pronunciar sobre os questionamentos em relação ao resultado das Eleições Municipais 2020 na cidade Marechal Deodoro. O prefeito Cacau (MDB) foi reeleito com apenas 21 votos diferença entre o outro único candidato, Júnior Dâmaso (PTB).
Em uma nota informativa, o MPE afirmou que pleito ocorreu dentro da legalidade e que quaisquer questionamentos a respeito da lisura das eleições são "incabíveis”.
O Ministério Público Eleitoral afirmou que uma parcela de moradores está sendo incitada a questionar o processo democrático que elegeu o prefeito reeleito Cacau e pediu que os advogados do candidato Júnior Dãmaso ratifiquem publicamente que o resultado das urnas é legítimo.
“A apuração e a divulgação do resultado obtido nas urnas se deu em estrita observância a todos os regramentos legais, tendo sido acompanhado pelos corpos jurídicos dos dois candidatos que disputaram o cargo de prefeito da cidade e, em razão disso, não há questionamentos a serem feitos, uma vez que todos os procedimentos foram submetidos aos representantes das coligações que, enquanto durou o processo, não fizeram quaisquer indagações sobre o pleito”.
Ainda no domingo, a população foi às ruas protestar por causa da demora do resultado, que teve atraso de mais três horas em todo país. A promotora eleitoral Amélia Adriana de Carvalho Campelo, afirmou que a demora no resultado não se deu por suspeitas de fraudes e, sim, em razão da concentração das informações por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que reuniu a apuração de todos os municípios brasileiros.
“Além disso, houve problema na extração das mídias de 22 urnas, que tiveram que ser retiradas no cartório eleitoral da cidade - mas sempre sob o crivo dos representantes das coligações -, o que acabou por atrasar um pouco mais o envio de dados ao TSE”, diz a nota.
O MP Eleitoral informou ainda que, a quem interessar, os boletins de urna podem ser disponibilizados para conferência, como forma de reafirmar que todo o processo eleitoral aconteceu dentro das normas legais
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