Em dois meses, GGAL já registrou dois assassinatos de LGBTQI em Alagoas
Mais um homicídio foi registrado, dessa vez, em Rio Largo
Nos dois primeiros meses do ano, o Grupo Gay de Alagoas (GGAL) registrou dois assassinatos a pessoas LGBTQI+ no estado. Os dois casos foram ocorrem no mês fevereiro de forma violenta.
Na última sexta-feira (27), um homem, que era conhecido como Doca, foi esfaqueado dentro de casa no município de Rio Largo. Vizinhos escutaram os gritos da vítima e ele foi levado até o Hospital Ib Gatto Falcão. Porém, Doca não resistiu aos ferimentos e morreu nesse domingo.
Em Maceió, uma mulher trans, de 20 anos, foi asfixiada e morta dentro de um aparamento no bairro Cruz das Almas, no dia 19 do mês passado. Um homem, que não teve a identidade revelada, foi preso acusado de matar Aléssia Rodriguez após se recusar a pagar pelo programa realizado pela jovem.
As investigações dos casos e andamento na Justiça vão ser acompanhados pelo GGAL. No mês passado, o presidente do Grupo Gay, Nildo Correria, ressaltou ao 7Segundos que nenhum caso que ocorreu em 2020 foi julgado.
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