Alagoas se destaca na produção do feijão e milho na safra de maio, segundo IBGE
IBGE catalogou a produção de grãos no país
O levantamento Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) catalogou a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas no Brasil. Neste levantamento, o estado de Alagoas.
Os principais destaques na taxa de produção, foram a segunda safra do feijão, com 20% da estimativa de produção, a segunda safra do milho, de 10 a 20%, e o arroz, também com 20%. A produção das castanhas ficou entre 10 a 20% e o algodão apresentou uma taxa de 0 a 5% em sua produção. No total, Alagoas apresentou um rendimento de 20% na sua estimativa da produção agrícola neste mês de maio.
No resto do país, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2021 sofreu um declínio em relação ao mês anterior (-0,6%, ou 1,7 milhão de toneladas), mas continua representando um recorde na série histórica, devendo totalizar 262,8 milhões de toneladas, 3,4% superior à obtida em 2020 (254,1 milhões de toneladas), aumento de 8,6 milhões de toneladas.
Além disso, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) aponta que a área a ser colhida é de 68,0 milhões de hectares, com alta de 3,9% frente a 2020 (mais 2,5 milhões de hectares). Frente ao mês anterior, a estimativa da área a ser colhida cresceu 119,7 mil hectares (0,2%).
O arroz, o milho e a soja, os três principais produtos deste grupo, representam 92,6% da estimativa da produção e respondem por 87,7% da área a ser colhida. Em relação a 2020, houve acréscimos de 6,2% na área do milho (aumentos de 2,7% na primeira safra e de 7,5% na segunda) e de 4,1% na da soja. Porém, houve declínios de 16,0% na área do algodão herbáceo e de 0,1% na do arroz.
Para a soja, a estimativa é de mais um recorde: 132,9 milhões de toneladas, com alta de 9,4% ante 2020. Nessa mesma comparação, espera-se alta, também, de 2,8%, para o arroz em casca, que deve chegar a 11,4 milhões de toneladas. Por outro lado, foi estimado declínio de 19,7% para o algodão herbáceo (-19,7%), com produção de 5,7 milhões de toneladas, e de 3,9% para o milho (-3,9%), com produção de 99,2 milhões de toneladas, sendo 25,8 milhões de toneladas na primeira safra (-2,8%) e 73,3 milhões de toneladas na segunda (-4,3%).
Em maio, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2021 sofreu um declínio em relação ao mês anterior (-0,6%, ou 1,7 milhão de toneladas), mas continua representando um recorde na série histórica, devendo totalizar 262,8 milhões de toneladas, 3,4% superior à obtida em 2020 (254,1 milhões de toneladas), aumento de 8,6 milhões de toneladas. Além disso, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) aponta que a área a ser colhida é de 68,0 milhões de hectares, com alta de 3,9% frente a 2020 (mais 2,5 milhões de hectares). Frente ao mês anterior, a estimativa da área a ser colhida cresceu 119,7 mil hectares (0,2%).
O arroz, o milho e a soja, os três principais produtos deste grupo, representam 92,6% da estimativa da produção e respondem por 87,7% da área a ser colhida. Em relação a 2020, houve acréscimos de 6,2% na área do milho (aumentos de 2,7% na primeira safra e de 7,5% na segunda) e de 4,1% na da soja. Porém, houve declínios de 16,0% na área do algodão herbáceo e de 0,1% na do arroz.
Para a soja, a estimativa é de mais um recorde: 132,9 milhões de toneladas, com alta de 9,4% ante 2020. Nessa mesma comparação, espera-se alta, também, de 2,8%, para o arroz em casca, que deve chegar a 11,4 milhões de toneladas. Por outro lado, foi estimado declínio de 19,7% para o algodão herbáceo (-19,7%), com produção de 5,7 milhões de toneladas, e de 3,9% para o milho (-3,9%), com produção de 99,2 milhões de toneladas, sendo 25,8 milhões de toneladas na primeira safra (-2,8%) e 73,3 milhões de toneladas na segunda (-4,3%).
As regiões Sul (10,8%), Sudeste (6,0%), Nordeste (5,3%) e Norte (1,4%) tiveram altas em suas estimativas. A primeira deve produzir 81,0 milhões de toneladas (30,8% do total nacional); a segunda, 27,3 milhões de toneladas (10,4% do total); a terceira, 23,8 milhões de toneladas (9,1% do total) e a quarta, 11,1 milhões de toneladas (4,2%). Por outro lado, o Centro-Oeste, que é o maior produtor (45,5% da produção do país), teve redução de 1,8% em sua estimativa, devendo totalizar uma colheita de 119,5 milhões de toneladas.
Entre as unidades da Federação, o Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com uma participação de 26,9%, seguido pelo Paraná (14,6%), Rio Grande do Sul (13,9%), Goiás (9,8%), Mato Grosso do Sul (8,4%) e Minas Gerais (6,5%). As variações positivas nas estimativas da produção, em relação ao mês anterior, ocorreram no Rio Grande do Sul (1,3 milhão de toneladas), na Bahia (410,6 mil toneladas), no Ceará (50,2 mil toneladas), em Minas Gerais (8,8 mil toneladas), no Acre (2,2 mil toneladas), no Rio Grande do Norte (110 toneladas), no Espírito Santo (102 toneladas) e no Rio de Janeiro (47 toneladas).
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