“Peixe bagre” é o mais novo patrimônio cultural imaterial de Alagoas
Lei nº 8.440 foi sancionada pelo governador Renan Filho (MDB)
O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), sancionou, nesta sexta-feira (18), a Lei nº 8.440 que promove o peixe bagre, do município de Pilar, a patrimônio imaterial do Estado. A novidade foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e teve como idealizador do projeto, a deputada estadual Fátima Canuto (PSC).
Para a deputada, a Lagoa Manguaba é considerada lagoa mãe e fonte de alimentos a base de peixes e crustáceos, tendo como carro-chefe da gastronomia local a peixada de bagre com pirão, muito apreciada pelos turistas e moradores, e que batizou o município como “Terra do Bagre”, dando nome também ao conhecido “Festival do Bagre”, criado em 1989.
"Ao saborear a peixada do bagre o consumidor descobre na cabeça do peixe um fato curioso: existe o formato de Jesus crucificado, que se tornou o mais forte artesanato local, onde após a degustação da peixada, a cabeça do bagre é limpa e aproveitada para se transformar em um souvenir, com uma base decorada pelos artesãos", informou.
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