Globo é processada por médicos que defendem tratamento precoce contra Covid-19
A associação defende a autonomia dos médicos para receitarem o que acreditam ser melhor para os pacientes
A Associação de Médicos Pela Vida, que defende o tratamento precoce contra Covid-19, está processando a Globo. A entidade quer que a emissora pague R$ 10 mil pelo processo, além de dar direito de resposta à associação sobre uma reportagem do “Fantástico” que condenava os medicamentos que foram comprovados ineficazes para prevenir e tratar a doença.
A reportagem foi exibida em 28 de março deste ano, em que Tadeu Schmidt e Poliana Abritta mostravam evidências de que medicamentos como a hidroxicloroquina não funcionam contra o novo coronavírus. A Associação de Médicos Pela Vida não foi citada durante o programa em momento algum.
O processo está correndo na 29ª Vara Cível de São Paulo, e a associação já foi derrotada em primeira instância, tendo a tutela de urgência negada pela juíza Daniela de Paula. “Não se verifica perigo de dano ou risco ao resultado útil do processo, que enseje a concessão da tutela pleiteada, especialmente pelo fato que entre a veiculação da reportagem em questão e a propositura da presente demanda decorreram quase dois meses. Portanto, diante de todo o exposto, indefiro a tutela de urgência requerida em sede de inicial”, declarou ela no documento.
A associação defende a autonomia dos médicos para receitarem o que acreditam ser melhor para os pacientes, e ainda afirmam que o “tratamento precoce” salva tantas vidas quanto as vacinas.
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