Aumento da miséria pode contribuir para trabalho ilegal de crianças em cemitérios
Órgão pede que sociedade ajude a coibir esse tipo de ação
Entre uma prece e outra, um vaso de flores colocado, ou uma vela sendo acesa. Esses são atos comuns no Dia Finados que celebrado no próximo dia 02 de novembro. Contudo, outra cena está se tornando corriqueira nos cemitérios, o trabalho infantil. E para combater essa prática, o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas está alertando a população para essa prática ilegal.
O procurador Luiz Felipe dos Anjos explicou que o trabalho infantil é crime, e essa prática em cemitérios, ainda é pior. "Ela está na Convenção sobre Proibição das Piores Formas de Trabalho Infantil da OIT em que o Brasil faz parte. Infelizmente é um comum esse tipo de situação. Desta vez, ainda mais devido a situação de miséria gerada pela pandemia".
Ele lembrou que os responsáveis pelo menor podem ser responsabilizados penalmente. "Temos que desestimular esse tipo de ação e pedir providências aos gestores que fiscalizem e combatam".
Conforme o órgão é comum as crianças e adolescentes irem aos cemitérios nos dias mais movimentados e oferecem aos visitantes o serviço de limpeza das lápides e túmulos e ainda comercializam produtos como flores e velas no Dia de Finados.
A convenção traz a informação de que o trabalho infantil em cemitérios expõe as crianças e adolescente a esforços físicos intensos, calor, riscos biológicos (bactérias, fungos, ratos e outros animais, inclusive peçonhentos), risco de acidentes e estresse psíquico.
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