Morte de Tony Chicuta marca 9º assassinato de LGBT+ em Alagoas neste ano
O primeiro homicídio registrado em AL neste ano foi o de Jasmine da Silva, morta a facadas em Maceió
A morte de Antônio Pereira Chicuta Neto, de 43 anos, cujo o corpo foi encontrado no último domingo (24) na Cidade Universitária, em Maceió, marcou o 9º caso de assassinato contra pessoas LGBT+ no estado de Alagoas em 2022.
O corpo do homem conhecido como Tony Chicuta foi encontrado às margens de um açude e mostrava um ferimento causado por um golpe contundente na cabeça. Originalmente o cadáver estava sem identificação, mas a família da vítima a reconheceu.
Christine Tavares, advogada do Centro de Acolhimento Ezequias Rocha Rego (CAERR), declarou que a instituição se dispôs a ajudar no caso, informando que Alagoas registrou 18 assassinatos motivados por homofobia no ano de 2021 e, no meio de 2022, já chegou ao seu 9º.
O presidente do Grupo Gay de Alagoas (GGAL), Nildo Correia, emitiu uma nota informando que Tony era gay e líder comunitário dos novos conjuntos Aracayã.
Outros casos
O primeiro caso deste ano de assassinato de pessoas LGBT+ em Alagoas aconteceu em Maceió, com a morte da mulher trans Jasmine da Silva, de 20 anos de idade que foi atacada com golpes de faca no dia 10 de janeiro.
Além de Jasmine, Cristiano Marinho, de 31 anos, também foi assassinado a facadas no dia 10 de março deste ano. O corpo de Cristiano foi encontrado dentro de uma casa no bairro João Paulo II, no município de Arapiraca, marcando o segundo caso de homicídio contra pessoas LGBT+ em 2022.
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