Criança que teve corpo queimado tem nova guarda temporária
Familiares paternos apareceram quando souberam do ocorrido através da mídia
A criança que teve cerca de 16% do corpo queimado segue em tratamento no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) localizado no Hospital Geral do Estado (HGE), segundo o último boletim médico sua condição é estável, apesar de não haver prazo para alta.
No entanto a guarda da criança continua em questionamento visto que durante todo o processo hospitalar a mãe se comunicava com o suposto agressor, que seria seu companheiro, passando todas as informações do que acontecia por lá.
Uma tia paterna da criança pedindo mudança da guarda, vinda de uma família que segundo a mãe "não existia".
Em depoimento, o conselheiro tutelar responsável pelo caso disse que no momento se encontram três tias da criança no hospital e segundo ele a própria unidade as procurou para que houvesse a troca da guarda.
Devida a situação, a tia paterna assinou um termo de responsabilidade que será encaminhado à Justiça, visto que é impraticável que a criança continue com a mãe ou com sua família devido a negligência que sofreu durante o ocorrido.
A intenção do termo é que recebida a alta, a vítima tenha a guarda temporária entregue a família do pai da criança, que já faleceu.
A tia ainda disse que houve certo contato com a criança, a criação de um plano de saúde e uma poupança, no entanto a mãe se afastou deles e só voltaram a vê-la após a repercussão midiática do caso.
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