Campanha da Fraternidade revela lado político e ignora bem-aventurança sobre fome e sede de justiça
Arquidiocese de Maceió esqueceu dos moradores dos bairros atingidos pela Braskem
Após se esquivar dos debates políticos ao deixar de lançar a cartilha eleitoral durante as eleições do ano passado, a Arquidiocese de Maceió tem aproveitado a Campanha da Fraternidade, que tem como lema “Fraternidade e fome” e o lema “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14, 16) para considerada partidária, para criar narrativas com tom partidário.
Em Maceió, alguns sacerdotes estão utilizando homilias para tratar do contexto social do mapa da fome no Brasil para apresentar o tema com mensagens subliminares para apresentar o culpado e criar a imagem do salvador, o Messias.
O que chama atenção é que quando se trata e a tragédia provocada pela Braskem que dizimou os bairros do Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto, dando um fim na mesma leva em paróquias e várias capelas, a Arquidiocese de Maceió tem adotado postura passiva quanto entidade que já defendeu bandeiras sobre meio ambiente na Campanha da Fraternidade de 2017, com o tema "Fraternidade,: biomas brasileiros e a defesa da vida".
Quanto às vítimas, que muitas delas eram paroquianas dos bairros afetados pela mineradora, até os dias de hoje se tem fome e sede de justiça. Não somente a justiça relacionada aos valores das indenizações, bem como tentam descobrir a quantia paga pelas paróquias e capelas desativadas pela Braskem, pois muitas das edificações católicas foram erguidas com a contribuição, doação e o dízimo dos moradores destes bairros afetados.
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