Entrega de fábricas em presídio gera trabalho, renda e remição de pena
Foram ofertadas inicialmente 37 vagas, sendo 25 no corte e costura e 12 na serigrafia
Como parte da política de ressocialização direcionada aos custodiados que cumprem pena no sistema prisional alagoano, foram entregues nesta quinta-feira (16), fábricas no Presídio de Segurança Máxima de Maceió (PSMM). A iniciativa beneficia com trabalho, renda e remição de pena reeducandos do regime fechado.
A abertura de vagas de trabalho destinadas aos reeducandos é prioridade para o Governo de Alagoas e a Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris).
Inicialmente foram ofertadas 37 vagas, sendo 25 no corte e costura e 12 na serigrafia, com a possibilidade de abertura de novas fábricas.
Pelo menos 20% dos reeducandos do PSMM – ou seja, 170 do total de 850 – estão trabalhando na unidade prisional.
“O foco do governo Paulo Dantas é fazer a ressocialização das pessoas privadas de liberdade. E isso passa pela oportunidade que o Estado tem que ofertar para essa população. Reinserir na sociedade as pessoas que hoje estão privadas de liberdade, com educação e renda, é contribuir fortemente para a segurança pública”, destaca o secretário Diogo Teixeira.
Estatística
Estatística da Seris divulgada no último mês de setembro mostrou a evolução do número de reeducandos que trabalham em Alagoas. Em janeiro deste ano eram 1.159, subindo para 1.848 em agosto, um crescimento de 59%.
Os dados referem-se aos presos do regime fechado, aberto e semiaberto. A informação é da Gerência de Trabalho, Renda e Assistência Social da Seris (GTRAS).
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