Alagoas tem a terceira menor taxa de casos de hanseníase do NE
Foram 8.92 casos a cada 100 mil habitantes
Nesta terça-feira (23), o Ministério da Saúde anunciou o investimento de R$ 55 milhões para a prevenção e o tratamento da hanseníase no Brasil. E na oportunidade divulgou os dados da doença no país, onde Alagoas tem a terceira menor taxa de casos da região Nordeste.
No ano de 2022, foram 279 novos casos, com uma taxa de 8.92 dignostícos confirmados a cada 100 mil habitantes. As maiores taxas ficaram com Maranhão (36.67), Piauí (22.73) e Pernambuco com (20.41).
A hanseníase é uma doença negligenciada que afeta milhares de pessoas em todo o mundo, principalmente nos países em desenvolvimento. O controle representa um desafio para os sistemas de saúde, mas é válido reforçar que a doença tem cura.
De acordo com o Boletim Epidemiológico de Hanseníase 2024, lançado hoje, de 2013 a 2022, foram notificados 316.182 casos de hanseníase no Brasil. Desse total, 80,6% (254.918) foram casos novos, sendo 55,6% (141.671) em homens. A razão de sexo aumentou de 1,2 (doze homens para cada dez mulheres) em 2013, para 1,3 em 2022.
Com relação à taxa de detecção, no período entre 2013 e 2019, ela reduziu 14,3%. A incidência saiu de 15,44 casos novos por 100 mil habitantes em 2013 para 13,23 casos novos por 100 mil habitantes em 2019.
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