Compras de fim de ano devem movimentar R$ 54,5 milhões na economia de Maceió
Há a expectativa de que as vendas cresçam 10,1% em relação a 2022
Uma pesquisa realizada pelo Instituto da Federação do Comércio do Estado (Fecomércio) de Alagoas, divulgada nesta segunda-feira (16), aponta que as compras de fim de ano devem registrar uma movimentação de R4 54,5 milhões na economia de Maceió. Esse montante representa um aumento de 10,1%, em comparação com o volume de vendas registrado em 2022.
Segundo o instituto, o aumento de compras neste Natal pode ser atribuído a uma série de fatores, como o crescimento do salário e o aquecimento do mercado de trabalho, que contribuem para o otimismo dos consumidores.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a taxa de desocupação no Brasil caiu para 6,4%, enquanto em Alagoas o desemprego está em 7,7, o menor nível em 12 anos.
Presentes de Natal
A pesquisa da Fecomércio também revelou que 68,5% dos maceioenses pretendem comprar presentes neste Natal. A principal motivação para os 21,4% que não planejam presentear é o endividamento.
A maioria das comprar será destinada a presentear a si mesmo (28,3%) ou os filhos (21%). Calçados e acessórios são os itens favoritos pelas maceioenses, representando 31,6% das intenções de compra. Logo depois, vem os vestuários (25,4%) e brinquedos (16,6%
Em relação aos locais de compra, os shoppings (41%) e o Centro de Maceió (37,3%) estão entre os destinos mais procurados. Os e-commerces também têm ganhado espaço, com 14% de pessoas afirmando que farão compras online.
O fator que mais atrai os consumidores é a quantidade de produtos (27,7%), seguido pelas promoções (24,9%) e pelos preços baixos (24,6%).
As formas de pagamento mais procuradas pelos entrevistados são o cartão de crédito, com 28,12% da preferências, seguido pelo Pix (26,16%) e o cartão de débito (16,56%).
Perfil dos consumidores
A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 10 de dezembro de 2024, com a maior parte dos entrevistado sendo composta por mulheres (53,1%), com idades entre 26 e 45 anos.
A maioria (80,32) tem ensino médio ou superior e, em termos de estado civil, 41,4% das pessoas são solteiras. 46,6% estão casados ou vivem em união estável. A renda mensal dos consumidores está concentrada entre 1 e 2 salários mínimos, representando 45,1%.
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