Familiares de alagoano internado em SP pedem ajuda para agilizar transferência e procedimento médico
Romero Almeida dos Santos, de 38 anos, ficou com problema no aparelho respiratório após exame de endoscopia
Os familiares do alagoano Romero Almeida da Silva, de 38 anos, publicaram um vídeo nas redes sociais pedindo ajuda às autoridades e pessoas influentes para agilizar a transferência dele e a realização de um procedimento médico que pode salvar a sua vida.
Segundo a irmã de Romero, ele está internado na UTI do Hospital Pimentas Bonsucesso, em Guarulhos, município de São Paulo, por causa de complicações após um exame de endoscopia.
Romero foi ao hospital em outubro de 2024 para fazer esse exame, saiu de manhã, por volta das 7h, e não retornou para a casa.
Preocupada com a demora, a mãe dele foi até a unidade hospitalar para saber o que aconteceu. Horas depois, foi informada que ele tinha sido internado para desobstruir uma pedra que foi encontrada na vesícula dele.
Durante essa desobstrução, Romero teve uma parada cardíaca e foi entubado, ficando nesse estado cerca de 15 dias. Dias depois, ele acordou e recebeu alta, e foi para casa. Ao chegar na residência, ele passou mal, ficou sem respirar e piorou.
"Ele voltou para o hospital, fez uma tomografia e acusou que ele tem uma astenose de traqueia. O aparelho de respiração dele criou essa astenose, tapou a respiração e tem uma brecha muito pequena. Ele fica muito cansado e sai sangue da boca dele. Os médicos falaram que ele precisa fazer um procedimento chamado 'broncoscopia de dilatação' e isso não tem aqui no hospital", relatou a irmã.
Astenose
Ainda de acordo com ela, a astenose surgiu após o exame de endoscopia, provocada pelo tubo, e as chances de desenvolver esse problema é uma em um milhão. Romero foi o único que teve esse problema em 2024.
A irmã de Romero também contou que a gestão anterior do hospital saiu e não deixou recursos, impossibilitando a realização do procedimento. "A gente tentou em vários hospitais através do sistema. Os quatro hospitais não o receberam."
"O caso do meu irmão é muito grave. O médico falou que ele não tem chance de viver se não fizer esse procedimento, tem poucos dias de vida. Faço um apelo às autoridades para fazer essa transferência. Não temos condições, somos incapazes e impotentes. Esse procedimento pode salvar a vida dele", concluiu.
Para mais informações e em caso de ajuda, o número dela está disponível: (11) 96033-4120.
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