Sesau discute fluxo de acesso a medicamento que evita infecções em recém-nascidos
Debate ocorreu nesta segunda-feira (31), durante a III edição de 2025 do Fórum Perinatal, que ocorreu na Escola de Governo
A Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) promoveu, nesta segunda-feira (31), na Escola de Governo, no Centro de Maceió, o III Fórum Perinatal de 2025. Destinado aos profissionais que atuam na assistência materna e infantil, o evento tratou do fluxo de acesso ao medicamento palivizumabe, destinado a recém-nascidos, com o intuito de prevenir infecções causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
O palivizumabe é um anticorpo que pode ser aplicado em unidades de cuidados neonatais ep ou em polos de aplicação ambulatorial. No caso dos moradores da I Macrorregião de Saúde, a referência é o II Centro de Maceió. Já para moradores da II Macrorregião de Saúde, a referência é o V Centro de Arapiraca.
"Ele é indicado para crianças prematuras, com idade gestacional até 28 semanas e com idade inferior a 1 ano, ou seja, até 11 meses e 29 dias, bem como para menores de dois anos de idade, ou seja, até 1 ano e 11 meses, acometidos por doença pulmonar crônica da prematuridade ou com cardiopatia congênita com repercussão hemodinâmica, conforme a Portaria Nº 23, do Ministério da Saúde, expedida em 3 de outubro de 2018", explicou a assessora técnica da Saúde da Criança da Sesau, Juliana Ayres.
Fórum Perinatal
A assessora técnica da Rede Alyne da Sesau, Bárbara Rose, destacou que o encontro promove o aprimoramento da atenção materna e infantil em Alagoas. “O Fórum Perinatal acontece mensalmente, reunindo profissionais e gestores da saúde, para fomentar discussões sobre os desafios, fluxos e experiências exitosas da assistência materna e infantil”, ressaltou.
Bárbara Rose explicou, ainda, que o evento busca promover um espaço de conhecimento coletivo e diálogo, colaborando com ações de educação em saúde. “A busca da qualidade da assistência materna e infantil se dá através da adequação física das unidades e dos processos de trabalho, implantação de linhas de cuidados, protocolos clínicos e regulação da assistência", frisou.
A Rede
A Rede Alyne visa assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada na gravidez, no parto e no puerpério. Ela também tem como foco o direito da criança ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.
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