Trabalhadores da Educação de Maceió paralisam atividades na próxima terça-feira (15)
Categoria rejeita proposta de 5% da gestão JHC e inicia calendário de lutas por valorização profissional
Trabalhadores da Educação de Maceió vão às ruas na próxima terça-feira (15) para reivindicar valorização profissional e melhores condições de trabalho. A paralisação de 24 horas, definida em assembleia no último dia 8, terá início com ato público às 8h, com concentração na Escola Kátia Assunção, no bairro do Jacintinho.
A principal pauta da mobilização é a rejeição à proposta de reajuste salarial apresentada pela gestão do prefeito JHC, que prevê apenas 5% de aumento, divididos em duas parcelas: 2,5% em maio e 2,5% em outubro. A categoria considerou a oferta insuficiente diante das perdas acumuladas e do cenário de precarização enfrentado pelos profissionais da educação.
Além disso, o sindicato denuncia a tentativa da prefeitura de implementar o pagamento das progressões com deságios de até 30%, o que representa um retrocesso nos direitos conquistados pela classe trabalhadora. Problemas estruturais como a falta de transporte escolar, número insuficiente de PAE’s (Profissionais de Apoio Escolar), escassez de vagas em creches e escolas, ausência de concurso público e falhas na inclusão também são pontos destacados pela categoria.
“A categoria está extremamente insatisfeita com a proposta de reajuste, e também com a falta de estrutura para profissionais e estudantes. Estamos com problemas no transporte, a quantidade insuficiente de PAE’s, falta de vagas em creches e escolas, a não garantia de inclusão, a falta de concurso público. Durante a assembleia, elaboramos um calendário de lutas, e a paralisação no dia 15 é apenas a primeira etapa. Esperamos que o prefeito JHC se sensibilize e possa apresentar uma nova proposta que traga dignidade aos nossos anseios”, afirmou Izael Ribeiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal).
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