'É o pior cenário em ocorrências que um policial pode se deparar', diz SSP sobre caso de major que fez família refém
Major da PM, Pedro Silva, fez a própria família refém e matou cunhado e filho neste sábado (07) em Maceió
Durante entrevista coletiva realizada na noite deste sábado (07) o secretário-executivo da SSP/AL, Patrick Madeiro, deu detalhes da ocorrência onde o major da PM Pedro Silva, matou duas pessoas após fazer a própria família com refém, no bairro Trapiche da Barra, em Maceió.
O secretário informou que o local do crime foi preservado para que os trabalhos do IC (Instituto de Criminalística) e da equipe da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) pudessem ser realizados.
“É um local extremamente horrível de se ver, está praticamente uma carnificina, onde um elemento em surto psicótico, de forma totalmente destemperada, toma refém a sua família, é o pior cenário em ocorrência policial que qualquer polícia do mundo pode tratar,” disse Patrick Madeiro.
O secretário disse ainda que todas as pessoas que tiveram acesso ao local da ocorrência serão ouvidos e que as informações técnicas sobre o caso serão repassadas à imprensa em breve.
“O nosso momento agora é de dar atenção e assistência social à família”, explicou o secretário, que informou ainda que o estado vai disponibilizar todo o suporte de profissionais do setor de psicologia e psiquiatria para dar suporte à família.
Patrick Madeiro informou também que tudo o que estava sendo apurado no momento já iria servir como peça de inquérito policial.
Como escapou
Questionado sobre como o major Pedro Silva teria saído da prisão da Academia da Polícia Militar para ir à casa da família praticar o crime, o secretário disse que ainda não tinha essa informação, pelo menos até aquele momento, e afirmou que uma investigação por parte da própria Polícia Militar seria aberta para esclarecer essa informação, através da Corregedoria da PM de Alagoas.
O secretário explicou que o major estava com a prisão preventiva decretada e que se tratava de um major da Polícia Militar com prerrogativas de Salas de Estado Maior (possuía direito a um espaço reservado em instalações militares e melhores condições de acolhimento e tratamento em caso de prisão) e se encontrava detido na Academia da PM/AL, localizada no mesmo bairro onde aconteceu o crime, o Trapiche da Barra.
Duas mulheres adultas, uma delas a ex-companheira do major Pedro Silva, e uma criança de 2 anos, filha do major, escaparam com vida do atentado.
Outra criança de 10 anos, também filha do major Pedro Silva e um homem adulto, cunhado do militar, morreram durante a ocorrência.
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