EUA: homem finge ser comissário e consegue mais de 120 voos gratuitos
O homem se passou por um comissário de bordo que trabalhava para outras companhias aéreas
Um homem que fingiu ser um comissário de bordo para quatro companhias aéreas foi condenado por fraude eletrônica e entrada em zona segura de um aeroporto sob falsos pretextos, em 5 de junho, depois de ter obtido mais de 120 voos gratuitos, entre 2018 e 2024, nos Estados Unidos.
Tiron Alexander, de 35 anos, reservou voos gratuitos disponíveis apenas para pilotos e comissários de bordo, no site de uma companhia aérea, anunciou o Gabinete do Procurador dos EUA para o Distrito Sul da Florida, em comunicado.
No total, o homem embarcou em 34 voos de forma gratuita, ao se passar por um comissário de bordo que trabalhava para outras companhias aéreas.
“Durante os 34 voos, Alexander afirmou, através do processo de candidatura no site da companhia aérea - um processo que exigia que o candidato selecionasse se era piloto ou comissário de bordo e fornecesse informações sobre a entidade patronal, a data de contratação e o número do crachá - que trabalhava para sete companhias aéreas diferentes e que tinha cerca de 30 números de crachá e datas de contratação diferentes”, lê-se na nota.
O acusado fingiu ainda trabalhar para outras três empresas, tendo reservado mais de 120 voos gratuitos.
A acusação, que foi proferida em outubro, relata que o homem trabalhava para uma companhia aérea com sede em Dallas desde novembro de 2015, mas nunca foi piloto ou comissário de bordo, noticiou a NBC News.
“Embora Alexander tenha conseguido embarcar em voos obtendo de forma fraudulenta um cartão de embarque, passou por todos os procedimentos de segurança aplicáveis da Administração da Segurança dos Transportes, incluindo verificação de identidade e triagem física, e não representou uma ameaça para outros passageiros da companhia aérea”, garantiu o organismo, citado por aquele meio.
O homem enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão por fraude, e de 10 anos por entrada nas áreas seguras do aeroporto sob falsos pretextos. Ambas as acusações implicam ainda um máximo de três anos de liberdade condicional e uma multa de 250 mil dólares (cerca de 1,4 milhões de reais).
A sentença está marcada para 25 de agosto.
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